Archive for November, 2007

Nov 30 2007

Estado deve providenciar hospital para Champinha

Publicado por Tandai under Condenação, São Paulo

por Fernando Porfírio

A Justiça paulista mandou o governo do Estado providenciar, com urgência, a internação compulsória de Roberto Aparecido Alves Cardoso – o “Champinha”, em hospital adequado e seguro. Ele é um dos envolvidos na morte de Liana Friedenbach e Felipe Caffé, em Juquitiba, na Grande São Paulo. Os crimes aconteceram em 2003.

A interdição não tem prazo determinado e foi assinada na última quarta-feira (28/11) pela juíza Patrícia Padilha, da Vara Distrital de Embu-Guaçu. Durante a internação, Roberto Aparecido Alves Cardoso será submetido a avaliações médicas e psicológicas.

A juíza, que atendeu pedido do Ministério Público, determinou que a internação deve ser feita em hospital seguro e compatível com a situação de debilidade de Champinha. A determinação foi encaminhada à Secretaria Estadual de Saúde, a quem compete cumprir a decisão.

Na mesma decisão, a juíza nomeou a mãe de Champinha, Maria das Graças Figueiredo Cardoso, como curadora. A magistrada também determinou que a curadora tem prazo de cinco dias para comparecer à Justiça e assinar o termo de compromisso.

Ela determinou que sua decisão fosse comunicada ao Departamento Especial da Infância e da Juventude da capital (DEIJ), onde tramitava procedimento para cumprimento de medida sócio-educativa contra Champinha, por ser menor de idade à época do crime.

Também foi encaminhado ofício à Fundação Casa. No despacho, a magistrada determina que o interditado seja transferido apenas para o estabelecimento indicado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Ela proíbe que a Fundação Casa o libere sem que exista local apropriado. Segundo a juíza, Champinha “é absolutamente incapaz e atualmente, encontra-se já separado dos adolescentes”.

Uma liminar da mesma Vara, de novembro do ano passado, já havia determinado sua interdição civil. A nova decisão de Embu-Guaçu não é uma conversão da internação, determinada pelo DEIJ, em medida de segurança. Os dois processos são independentes.

 Consultor Jurídico

 Leia mais sobre o caso, aqui.

Sem comentários

Nov 30 2007

Poder censor: Yahoo ajuda governo chinês a prender jornalistas

Publicado por Tandai under China, Internet, Leis

por Renato Delmanto

(Artigo publicado originalmente no site da faculdade Cásper Líbero)

Um acordo firmado no último dia 13 de novembro entre o Yahoo e dois jornalistas chineses dissidentes reacendeu uma interessante discussão sobre os valores e o comportamento das empresas do universo pontocom.

O caso refere-se a Wang Xiaoning e Shi Tao, jornalistas que foram presos em 2005 pelo governo chinês por terem distribuído, via internet, informações proibidas pelo regime local. Até aí, tratava-se de mais um ato de exceção de um governo autoritário. O problema é que parte das “provas” contra eles foram fornecidas pela filial do Yahoo em Hong Kong. Um dos jornalistas, Shi Tao, foi condenado a 10 anos de prisão. Para piorar, os dissidentes alegam ter sido torturados no cárcere. A repercussão do caso na mídia fez com que as famílias dos condenados entrassem com uma ação nos EUA contra o Yahoo, co-responsabilizando a empresa pela prisão — e tortura — dos dissidentes. O acordo anunciado recentemente (cujos valores financeiros não foram divulgados) pôs fim à ação judicial, mas nem de longe deu uma trégua ao Yahoo.

Conforme o assunto atraía o interesse de entidades defensoras dos direitos humanos — e de deputados americanos —, foram aparecendo detalhes pouco edificantes da participação da empresa na história. As investigações paralelas trouxeram à tona as incongruências entre o discurso corporativo do Yahoo e a prática de sua filial em Hong Kong. Em 2006, o vice-presidente da empresa, Michael Callahan, afirmara aos deputados americanos, em audiência pública no Congresso, que o Yahoo não sabia os motivos pelos quais o governo chinês solicitara os dados dos usuários. Nos meses seguintes, descobriu-se que a empresa sabia, sim, o motivo: os dois eram suspeitos de terem difundido ilegalmente “informações secretas”, segundo as autoridades.

No início de novembro deste ano, o mesmo vice-presidente enviou carta aos parlamentares pedindo desculpas e dizendo que a informação correta sobre o pedido do governo chinês somente chegara até ele meses após seu depoimento no Congresso. Segundo um porta-voz do Yahoo, o problema foi causado pela tradução errada do documento das autoridades chinesas recebida por um advogado da empresa na China, em 2004. O advogado só obteve a tradução correta depois da audiência de 2006, segundo o porta-voz. Tratava-se, segundo ele, de um “mal entendido”.

“Que mal entendido, que nada”, rebateu o deputado democrata Tom Lantos. “Trata-se de um comportamento negligente indesculpável, na melhor das hipóteses, ou de uma postura deliberadamente enganosa, na pior”. Uma semana depois, o presidente do Yahoo, Jerry Yang, foi convocado a comparecer ao Congresso. Afirmou que a empresa estava disposta a colaborar com os deputados e que era “totalmente comprometida com a defesa dos direitos humanos”. O discurso não convenceu.

O acerto judicial com as famílias alimentou ainda mais o debate. O Yahoo e outros players globais no mundo digital estão sendo questionados sobre qual deve ser a responsabilidade de uma empresa que atue em outros países em relação aos valores, princípios e política de privacidade praticadas em seu país de origem — no caso, os Estados Unidos.

Em sua defesa no Congresso, o Yahoo justificou-se afirmando que uma empresa que atua em outro país deve respeitar as leis locais. No caso chinês, o jornalista Shi Tao foi preso por ter repassado a colegas de outros países o alerta recebido por e-mail do Partido Comunista, determinando que nenhum jornalista deveria cobrir as eventuais manifestações do 15º aniversário do massacre da Praça da Paz Celestial, em 2004. Para o governo chinês, o alerta tratava-se de “segredo de Estado”.

A prisão e condenação dos dois dissidentes foi amplamente noticiada. Passado o calor da história, a discussão migrou dos tradicionais sites noticiosos para a blogsfera — para desespero dos executivos do Yahoo. Pois os blogueiros começaram a questionar se, ao revelar às autoridades chinesas a identidade dos autores dos e-mails, a empresa de fato desconhecia que aqueles usuários seriam condenados com base numa lei contrária aos princípios da liberdade de expressão.

Políticas de confidencialidade de sites explicitam que, em casos como a pedofilia, a empresa permite-se revelar os dados do usuário às autoridades, para que sejam tomadas as medidas legais cabíveis. Mas, no caso chinês, a discussão é ética: para alguns blogueiros, o interesse maior do Yahoo foi garantir um espaço privilegiado no mercado de web chinês, um dos mais promissores do mundo. (Logo que entrou naquele país, o Yahoo aceitou adotar a censura prévia em seu mecanismo de busca.)

Alicerçado no discurso de “respeito à legislação local”, isso significou não somente fazer vistas grossas aos abusos repressivos do governo local –– mas principalmente ser escandalosamente colaboracionista com os desmandos da polícia chinesa.

Pior para o Yahoo. Pois os discursos de seus executivos perante os deputados americanos escancararam uma postura eticamente duvidosa, no mínimo. Ou regionalizada, digamos: o que vale para os EUA não necessariamente vale para outros países menos democráticos. Ciente dos respingos que esse debate pode causar à percepção de sua marca, a empresa apressou-se em fechar o acordo com as famílias dos jornalistas presos.

No entanto, conforme o caso ganha espaço na blogsfera, mais argumentos pipocam contra a empresa. A Organização Mundial pelos Direitos Humanos acusou o Yahoo de ter se beneficiado financeiramente do fato de ter ajudado as autoridades chinesas nesse trabalho sujo. E a crítica resvalou também em outro gigante da Web. “Yahoo e Google têm ficado de joelhos perante o governo chinês e suas práticas de censura, desde que entraram no país, para garantir um espaço nobre no segundo maior mercado de internet do mundo”.

Phil Butler, um respeitado blogueiro (entenda-se como linkado no site do New York Times) argumenta que a sociedade não pode aceitar que grandes companhias só admitam seus erros quando pressionadas. Elas pedem desculpas como se isso resolvesse o problema, e compensam financeiramente a família de uma vítima que ficará 10 anos presa. Verdade é que as ações do Yahoo caíram cerca de 20% desde que o assunto voltou a ser notícia, no início de novembro. O custo financeiro de uma desvalorização dos papéis na bolsa é alto para uma empresa como o Yahoo, mas pode ser recuperado no curto ou médio prazo, dependendo dos humores do mercado de capitais.

Já o estrago causado na percepção da marca, junto ao público formador de opinião, pode ser muito mais difícil de ser revertido. Ou seja, esse não foi um negócio da China para o Yahoo.

Consultor Jurídico

Sem comentários

Nov 30 2007

Portugal: Polícia Judiciária detém pedófilo

Publicado por Tandai under Crimes, Portugal

Um homem de 66 anos foi detido pela PJ de Coimbra na zona de Alcaíns, Castelo Branco, por alegados atos pedófilos sobre uma criança de três anos.

O crime teria ocorrido em meados de outubro, quando o suspeito ao passar  numa rua, apalpou a criança, que estava na porta de casa. O suspeito foi detido dia 27.

“A queixa foi apresentada pela mãe na GNR local e percorreu os trâmites legais, chegando ao Ministério Público e sendo depois necessário reunir prova. Por isso levou algum tempo”, esclareceu uma fonte da Polícia Judiciária.

O suspeito, aposentado e com antecedentes criminais, teve uma pena suspensa, já cumprida, pelo crime de coação sexual sobre adulto.

O tribunal determinou ao suspeito a detenção preventiva no domicílio com pulseira eletrônica.

Fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=267977&idselect=10&idCanal=10&p=200

Sem comentários

Nov 30 2007

Corretor de imóveis admitiu ter atração por crianças

Publicado por Tandai under Crimes, Santa Catarina

“De uns seis meses para cá, comecei a sentir uma forte atração por crianças. Falei disso até para o padre de minha paróquia e ele disse que eu estaria cometendo um crime. Eu não machuco as crianças, só faço carinho nelas.”

 O trecho é parte do depoimento do corretor de imóveis Antônio Ferraz de Camargo, 62 anos, autuado em flagrante, quinta-feira (29) à noite, na Central de Polícia de São José, por atos libidinosos, pela delegada Fedra Luciana Konell.  Camargo foi flagrado atrás da igreja de Campinas (São José), por volta das 23h de quinta-feira (29), com uma menina de seis anos, filha de uma vendedora de cachorro-quente.  De acordo com a delegada, Camargo arrastou a menina para trás da igreja sem a mãe perceber.  Ele foi flagrado, por uma moradora local, passando a mão na criança, que acionou a Polícia Militar. O corretor de imóveis, que nunca foi casado, negou que tenha levado a criança sem a permissão da mãe dela.  À reportagem do Notícias do Dia, ele falou que avisou a mãe da criança que iria dar um volta com a menina. Alegou ainda que não fez nada de mau à criança.  No entanto, o próprio Antonio afirmou que entende a preocupação da mãe da criança, e admitiu que sofre de um distúrbio e precisa de tratamento. 

Após o interrogatório, Camargo foi transferido para a carceragem da Central de Polícia de São José.

Fonte: http://www.redesc.com/site/index.php?vfIndex=dia&vfCon_codigo=5310&vfLinkExterno=1

Sem comentários

Nov 30 2007

Espanha prende 67 pessoas com imagens de pedofilia

Publicado por Tandai under Crimes Digitais, Europa

A Guarda Civil prendeu 67 pessoas por suspeita de corrupção de menores e posse de material com pornografia infantil em três operações desenvolvidas em 28 províncias, de acordo com informações das autoridades locais.Durante as operações, ocorridas esta semana, foram realizadas 60 inspeções domiciliares, nas quais foram apreendidos os computadores, dispositivos de armazenamento, DVDs e CDs com mais de um milhão de imagens e vídeos com pornografia infantil, informou a Guarda Civil em comunicado.

Os arquivo com conteúdo pedófilo estavam ocultos e disponíveis em diferente programas de compartilhamento de arquivos usuário-usuário na internet camuflados como material aparentemente normal.

As investigações começaram em Ciudad Real e Córdoba depois de denúncias feiras por três pessoas que detectaram material pedófilo num programa de compartilhamento de arquivos.

A partir de então se iniciou a localização dos possíveis autores e distribuidores das imagens, numa operação conduzida pela equipe de delitos de informática e tecnológicos que contou com o apoio de mais de 100 guardas civis.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2114958-EI8142,00.html

Sem comentários

Nov 30 2007

Jornalista mexicana levará seu caso a instâncias internacionais

Publicado por Tandai under América Latina, Crimes

Guadalajara (México) - A jornalista mexicana Lydia Cacho disse nesta quinta-feira à agência Efe que levará a instâncias internacionais o caso de sua detenção em 2005, sobre o qual a Suprema Corte do México emitiu nesta quinta-feira um veredicto que inocenta as autoridades responsáveis.

Cacho, que denunciou uma rede de pedofilia, foi detida em dezembro de 2005 em Quintana Roo, no sudeste do México, por policiais do estado de Puebla, no centro.

A medida foi tomada como represália e decidida pelo governador de Puebla, Mario Marín, e pelo empresário Kamel Nacif, segundo conversas telefônicas entre os dois divulgadas pela imprensa e analisadas na Corte. Eles estavam envolvidos na rede de pedofilia denunciada por Cacho.

“Já temos pronto o expediente para as organizações internacionais”, disse a jornalista. Mas ela não mostrou muitas esperanças de mudar a resolução do tribunal.

O veredicto conclui que nem Marín nem os outros acusados cometeram violações graves às garantias individuais de Cacho. Além disso, negou a validade legal das gravações telefônicas, por terem sido feitas sem mandato judicial.

Cacho espera que a Corte Interamericana de Direitos Humanos emita alguma recomendação.

“O caso é gravíssimo, não somente a violência contra mim, mas o aparelho do Estado sendo utilizado para acobertar o caso de pornografia infantil”, denunciou a jornalista.

Cacho criticou abertamente as juízas da Suprema Corte Olga Sánchez e Margarita Luna. As duas, acusou, tinham se comprometido a acompanhar o voto do relator do caso, Juan Silva Meza, e abrir um processo contra o governador de Puebla.

A resolução da Corte, acrescentou, também é uma bofetada no jornalismo mexicano.

Cacho ressaltou que sobreviveu por milagre quando foi detida e que o governador protege um empresário “que compra meninas por US$ 2 mil para ter orgias com elas”.

Desde sua detenção, em dezembro de 2005, a jornalista foi alvo de um atentado fracassado contra sua vida e de constantes ameaças de morte.

Leia também:

Supremo mexicano recusou-se a investigar caso de pedofilia

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2007/11/30/jornalista_mexicana_levara_seu_caso_a_instancias_internacionais_1100990.html

Sem comentários

Nov 30 2007

Criação da divisão de crimes cibernéticos está parada no Governo

Publicado por Tandai under Crimes Digitais

Brasília - Polícia Federal tem unidade informal e, se tivesse a divisão, poderia acompanhar mais de perto os crimes eletrônicos.

Um projeto para a criação de uma Divisão de Repressão aos Crimes Cibernéticos aguarda encaminhamento por parte do governo federal desde 2005. Nessa data, a Polícia Federal sugeriu a sua criação ao ministério da Justiça, mas desde então o assunto repousa nas gavetas das esferas federais.

Naquele ano, já havia um volume de crimes pela internet que, na opinião da Polícia Federal, justificaria a criação da divisão. Por isso, antes mesmo da oficialização, ela montou equipe de peritos e passou a acompanhar mais de perto o assunto.

A falta de uma Divisão, entretanto, impede que a Polícia Federal monte delegacias estaduais para esse tipo de infração, a exemplo do que já acontece com a Polícia Civil, como explicou Adalton de Almeida Martins, delegado da Polícia Federal que só atua com crimes cibernéticos.

Segundo ele, que participou dia 27/11 da II Jornada de Tecnologia do Banco do Brasil, “é difícil explicar porque as coisas levam esse tempo no governo”. A criação da divisão foi proposta pelo Ministério da Justiça ao Planejamento, mas não há previsão para a resposta desta pasta.

Segundo ele, como não tem uma estrutura descentralizada, é difícil para a Polícia mensurar o crescimento desse tipo de crime no País, mas o número de detenções feitas pela equipe que ainda trabalha informalmente na PF cresce entre 60% e 70% ao ano, segundo ele. O grupo de profissionais é composto por 160 pessoas, entre peritos, delegados e agentes.

Martins lembra que a primeira condenação por crime cibernético no Brasil aconteceu em 2003, quando a PF prendeu um rapaz de Petrópolis (RJ) que fraudava bancos pela internet. A falta de uma legislação específica para esse tipo de crime, entretanto, faz com que as punições não tenham uma lógica.

Um médico do Hospital de Base de Brasília (DF), por exemplo, preso em flagrante promovendo pedofilia pela internet, foi solto depois de dois anos de detenção, enquanto o rapaz de Petrópolis teve uma pena de seis anos.

Nas operações Anjo da Guarda I e II, realizadas em 2005 pela PF em parceria com a Espanha, um professor de artes marciais pedófilo recebeu uma pena de 50 anos de prisão, já que produzia e distribuía fotos infantis pela web.

“Não temos ferramentas legais, a divisão opera informalmente, tem carência de capacitação de pessoal e precisa de parcerias com órgãos internacionais porque, caso contrário, não consegue atuar”, listou Martins, citando as dificuldades.

Mesmo assim, ele aponta que, nos últimos dois anos e meio, mais de 700 criminosos foram detidos por infrações através da internet. “É um desafio, mas não podemos nos fechar a isso, são crimes que precisam ser combatidos”, ressaltou o delegado.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2007/11/27/idgnoticia.2007-11-27.0869469363/

1 Comentário

Nov 30 2007

Crianças que estão sendo abusadas sexualmente em imagens na Internet, não podem falar. Mas você pode.

Publicado por Tandai under Imagens

Brasil Contra a Pedofilia

Nós não precisamos de seu dinheiro. Nós precisamos que você acenda uma vela de apoio. Quanto mais velas nós acendermos, mais poderosa nossa voz se torna. Esta petição será usada para encorajar que os governos, políticos, instituições financeiras, organizações de pagamento, provedores de acesso a Internet, companhias de tecnologia, Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo erradiquem a viabilidade comercial de pornografia infantil on-line. Você tem o poder para fazer isso. Juntos, nós podemos destruir os locais onde estão destruindo a vida de crianças inocentes. Acenda a sua, por favor: http://www.lightamillioncandles.com

No link abaixo há um tutorial, caso você tenha dificuldade em acessar a vela:

http://br.geocities.com/samuraihcpvive/ligthacandle.htm

Sem comentários

Nov 29 2007

Pesquisa sobre tráfico de mulheres, crianças e adolescentes para fins de exploração sexual comercial no Brasil

Publicado por Tandai under Biblioteca Virtual

Clique AQUI para fazer o download.

Sem comentários

Nov 29 2007

França: Governo propõe manter presos pedófilos além da pena

Publicado por Tandai under Condenação, Europa

A ministra francesa da Justiça, Rachida Dati, apresentou quarta-feira no Conselho de Ministros um polêmico projeto de lei para manter em reclusão, em centros especiais, os pedófilos considerados perigosos uma vez cumpridas as penas.O projeto de lei será examinado pela Câmara dos Deputados a partir de 18 de Dezembro.

A medida destina-se a autores de assassínios ou violações de menores de 15 anos que tenham sido condenados a 15 anos de prisão ou mais, considerados como perigosos já depois de terem cumprido a pena e que apresentem risco «muito elevado» de reincidência.

Esta medida de caráter «excepcional», segundo o porta-voz do Governo, Laurent Wauquiez, permitirá que «os predadores possam ficar sob o contrôle da autoridade judicial enquanto não estão curados».

A reclusão de «segurança» em centros ad hoc, o primeiro dos quais será criado na prisão de Fresnes em setembro de 2008, pode durar um ano, período prorrogável se a pessoa «continuar a ser perigosa».

Nesses centros de reclusão, receberão tratamento médico. A reclusão acabará quando «a perigosidade do indivíduo permitir outro tipo de acompanhamento», indicou o governo.

A reclusão de delinquentes pedófilos, uma vez cumpridas as suas sentenças, parte da indignação suscitada pela agressão sexual cometida sobre um menor por um pedófilo que tinha acabado de sair da prisão.

A medida será aplicada aos que sejam condenados a partir da promulgação da lei. Para os que já estão condenados, está prevista uma vigilância judicial com pulseira electrónica para um período de um ano, prorrogável. Se a pessoa não cumprir as suas obrigações, poderá ficar enclausurada.

Diário Digital / Lusa

Sem comentários

Next »