Archive for November, 2007

Nov 28 2007

Preso professor acusado de pedofilia

Publicado por Tandai under Alagoas, Crimes

Depois de duas denúncias de pedofilia, a polícia prendeu, na última segunda-feira, o professor de Kung Fu, J. C. F. S., 35. Ele foi preso no Village Campestre, onde há cinco meses foi acusado de abusar sexualmente de J.T.G.S, dez anos, em uma sala de uma ONG existente no bairro.

A denúncia contra o professor foi feita pelos pais da criança, ao descobrirem que ela era obrigada a fazer sexo oral no acusado. É a segunda vez que o professor é acusado de pedofilia, a primeira foi em 2005 e a vítima teria sido um adolescente de 13 anos. Desta vez o Ministério Público pediu e a Justiça determinou a prisão do acusado.

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/gazeta/Frame.php?f=Materia.php&c=119422&e=1817

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Nov 28 2007

Espírito Santo registrou mais de 5,6 mil casos de AIDS em 22 anos

Publicado por Tandai under Espírito Santo

O Espírito Santo teve 5.695 casos de Aids registrados, no período de 1985 a julho de 2007, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). A média anual capixaba foi de 458 novos casos nos últimos sete anos (2000 a 2006). Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a estimativa é de que 33,2 milhões de pessoas estão contaminadas pela Aids no mundo.

Segundo a Sesa, os homens continuam sendo as principais vítimas da doença no Estado, representando 62,5% dos infectados. 37,5% dos casos são mulheres. De acordo com Sandra Fagundes, coordenadora do Programa de DST e Aids da Sesa, há dez anos as mulheres eram apenas 5% das vítimas da Aids.

Os números

Em 1988, havia cinco casos da doença em homens para cada um em mulher. No ano de 2006, a relação foi de 1,6 homens para cada caso em mulheres. “Existe a feminização do vírus do HIV. O número de mulheres infectadas está crescendo muito”, disse Sandra Fagundes.

Ela informa, ainda, que a transmissão da doença aumentou muito em relações heterossexuais, o que levou as mulheres, sobretudo as jovens, a tornarem-se uma das principais vítimas do vírus HIV. Segundo Sandra Fagundes, outro dado alarmante é que a faixa etária mais atingida é de 20 a 49 anos, com 82,2% dos casos notificados.

“Isso está acontecendo porque as pessoas estão tendo relações sexuais cada vez mais cedo. Se descobrem a doença aos 13 anos de idade, significa que elas contraíram o vírus por volta dos dez, na maioria das vezes”, explica.

A relação sexual continua sendo o principal meio de transmissão do vírus HIV no Estado, representado 67% dos casos notificados nos últimos anos. Entretanto, o número de homossexuais que contraiu o agravo caiu.

No início dos anos 90, mais da metade dos casos registrados no Espírito Santo eram de pessoas com relacionamentos homossexuais ou bissexuais. Já em 2005, entre os capixabas que contraíram o vírus por meio de relações sexuais, apenas 19,9% disseram ser homossexuais, 12% bissexuais e 70,1% heterossexuais.

Dia Mundial e programação no Estado

O tema deste ano para o Dia Mundial da Luta Contra a Aids, que acontece sempre em 01 de dezembro, é “Sua atitude tem muita força na luta contra a Aids”. O foco principal da campanha de 2007 são os jovens de 13 a 24 anos, principalmente as mulheres e os homossexuais.

Para chamar a atenção da população capixaba para a importância da prevenção, a Sesa realiza o Fórum Estadual de Discussão sobre “Violência relacionada à Aids em Mulheres e Crianças”, nesta sexta-feira (30). A violência sexual é um dos principais motivos de crescimento do índice de infecção por HIV entre as mulheres.

Além do Fórum, será realizada a IV Caminhada de Luta Contra a Aids, pela Prefeitura de Vitória e pela Sesa, no sábado (01) às 9 horas. A caminhada começará na Praça de Jucutuquara e terminará no Horto de Maruípe, onde os participantes serão recebidos com apresentações culturais de Hip Hop.

No Theatro Carlos Gomes acontecerá o show “Um Canto Solidário”, com Elaine Rowena e Cláudia Marques, também no sábado (01). Vários artistas da dança, teatro e da música farão participações especiais. A renda do evento será totalmente doada para a Associação Casa Sagrada Família, que cuida de crianças de oito meses a 10 anos de idade, infectadas pela Aids.

A Sesa também está fazendo a campanha publicitária “Happy-Day Contra a Aids”. Durante quatro semanas, a campanha será divulgada nas emissoras de rádios, na mídia impressa e no cinema Cine Ritz Norte Sul. Também serão feitas blitze educativas e distribuição de materiais e brindes nas praias e shoppings.

Outros municípios, como Guarapari, Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Linhares, Cariacica, Vila Velha, Viana, Aracruz, Guacuí e São Mateus, também estão elaborando uma programação especial para o dia.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/noticias/minutoaminuto/local/local_materia.php?cd_matia=377036&cd_site=843

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Nov 28 2007

União Européia deve criar bases de dados para impedir que pedófilos trabalhem com menores em qualquer Estado

Publicado por Tandai under Europa, Prevenção

Brasil Contra a Pedofilia

A União Européia (UE) deve criar mecanismos que impeçam condenados por crimes sexuais de trabalharem com crianças, defende um relatório de uma ONG britânica, que será apresentado hoje em Bruxelas. O documento sugere a criação de bases de dados para cruzar informações e foi elaborado pela National Society for the Prevention of Cruelty to Children (NSPCC), uma Organização Não Governamental (ONG) do Reino Unido que trabalha na proteção de crianças e que promove em Bruxelas um seminário subordinado ao tema “Proteger as crianças ao longo das fronteiras”.  O relatório da NSPCC incide na contratação de trabalhadores para áreas profissionais ligadas ao cuidado de crianças e recomenda maior cooperação entre os países da União Européia. Um dos caminhos a seguir, defende a ONG, é a criação em todos os países de bases de dados com o registro dos condenados por crimes sexuais e depois uma base de dados partilhada da UE, quer para uso em investigação criminal quer para o uso de empregadores. Segundo o documento, os Estados-membros devem criar um sistema seguro de recrutamento de pessoas que permita aos empregadores detectar se os candidatos a um emprego para cuidar de crianças foram condenados por crimes violentos, relacionados com droga ou de abuso sexual. “Os Estados-membros devem cooperar para assegurar que criminosos sexuais condenados não venham a conseguir empregos que os coloquem em contacto com crianças simplesmente porque mudaram de um país para outro”, refere.  O documento acrescenta que existem dados que indicam que está aumentando a mobilidade entre fronteiras do número de pessoas condenadas por crimes sexuais. Por outro lado, adianta que se alguém estiver proibido de trabalhar com crianças num determinado país é imperativo que essa decisão nacional seja reconhecida nos outros países da União Européia.  Os crimes sexuais contra crianças e jovens triplicaram em Portugal nos últimos cinco anos, tendo a Polícia Judiciária registrado 1300 casos em 2006 contra menos de 400 em 2001.

Fonte: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1312102 

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Nov 28 2007

Caça às bruxas na África

Publicado por Tandai under Mundo, África

Sharon LaFraniere

Domingos Pedro tinha apenas 12 anos quando seu pai morreu. A morte foi repentina; a causa foi um mistério para os médicos. Mas não para os parentes de Domingos.

Eles se reuniram naquela tarde na casa de barro de Domingos, ele disse, o pegaram e amarraram suas pernas com corda. Eles passaram uma corda pelos caibros de 3 metros de altura da casa e o içaram até ficar suspenso de cabeça para baixo sobre o chão de terra batida. Eles então lhe disseram que cortariam a corda se ele não confessasse ter assassinado seu pai.

“Eles gritavam -’Bruxo! Bruxo!’” lembrou Domingos, com lágrimas escorrendo pelo rosto. “Havia tantas pessoas gritando comigo ao mesmo tempo.”

Assustado, Domingos lhes disse o que queriam ouvir, mas seus parentes não foram aplacados. Ferraz Bulio, o líder tradicional da comunidade, disse que sete ou oito captores estavam arrastando Domingos por uma trilha de terra até o rio, aparentemente para afogá-lo, quando ele interveio.

“Eles estavam dando tapas e socos nele”, lembrou Bulio. “Esta é a forma como as pessoas reagem com uma pessoa acusada de bruxaria. Há muitos casos assim.”

Bulio está certo. Em partes de Angola, República do Congo e República Democrática do Congo, um número surpreendente de crianças são acusadas de bruxaria, e então sofrem agressões físicas, abusos ou são abandonadas. Defensores das crianças estimam que milhares de crianças que vivem nas ruas de Kinshasa, a capital repleta de escombros da República Democrática do Congo, foram acusadas de bruxaria e expulsas por suas famílias -freqüentemente a desculpa para não terem que alimentá-las ou cuidar delas.

As autoridades em uma cidade do norte de Angola identificaram 432 crianças de rua que foram abandonadas ou sofreram abusos após serem acusadas de bruxaria. Um relatório do ano passado do Instituto Nacional para a Infância do governo e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) descreveram o número de crianças acusadas de bruxaria como “imenso”.

A noção de crianças bruxas não é nova aqui. É uma crença comum na dominante cultura bantu de Angola de que bruxos se comunicam com o mundo dos mortos e usurpam ou “comem” a força vital dos outros, causando infortúnio, doença e até a morte de suas vítimas. Bruxos adultos supostamente enfeitiçariam crianças lhes dando comida, depois as forçando a retribuírem com o sacrifício de um membro da família.

Mas as autoridades atribuem o aumento da perseguição às crianças à guerra -27 anos em Angola, que terminou em 2002, e o conflito quase constante no Congo. Os conflitos deixaram muitas crianças órfãs, assim como deixaram outras famílias intactas, mas pobres demais para se alimentarem.

“Os casos de bruxaria começaram quando os pais se tornaram incapazes de cuidar das crianças”, disse Ana Silva, que está encarregada da proteção da criança para o instituto da infância. “Então começaram a buscar qualquer justificativa para expulsá-las da família.”

De lá para cá, disse Silva, o fenômeno tem acompanhado os migrantes pobres das províncias de Uige e Zaire, no norte de Angola, até as favelas da capital, Luanda, que está crescendo rapidamente.

Dois casos recentes horrorizaram as autoridades de lá. Em junho, disse Silva, uma mãe de Luanda cegou sua filha de 14 anos com água sanitária para tentar livrá-la das visões malignas. Em agosto, um pai injetou ácido de bateria no estômago de seu filho de 12 anos porque temia que o menino fosse um bruxo.

O governo de Angola faz campanha desde 2000 para eliminar a noção das crianças bruxas, disse Silva, mas o progresso é vagaroso. “Nós não conseguimos mudar a crença de que bruxas existem”, ela disse. “Até mesmo pessoas com alta escolaridade acreditam que bruxas existem.”

Em vez disso, o instituto dela está tentando ensinar pessoas que ocupam postos de autoridade, de policiais e professores a líderes religiosos, de que a violência contra crianças nunca é justificada.

A cidade angolana de Mbanza Congo, a apenas 80 quilômetros da fronteira com o Congo, abriu caminho. Após uma criança acusada de bruxaria ter sido morta a facadas em 2000, as autoridades provinciais e a Save the Children, a organização global de caridade, recolheram 432 crianças que estavam na rua e reuniram 380 delas com parentes, declarou o relatório sobre bruxaria.

Onze igrejas fundamentalistas foram fechadas depois de relatos de exploração e abuso de crianças. Oito pastores congoleses foram deportados. As aldeias formaram comitês para monitoramento dos direitos da criança. As autoridades disseram que o número de abusos e de crianças vivendo nas ruas caiu drasticamente.

Uige, a cerca de 160 quilômetros do sul de Mbanza Congo, é outra história. Cercada por colinas verdejantes, ela é um aglomerado de casas de barro ao redor de lojas caindo aos pedaços cheias de buracos de bala. Nesta região, disse o bispo Emilio Sumbelelo, da Igreja Católica de São José, a perseguição às crianças está aumentando.

“É muito, muito comum nas aldeias”, ele disse. “Nós sabemos que algumas crianças foram assassinadas.”

Sua igreja administra o único refúgio da cidade para crianças acusadas de bruxaria, um abrigo pouco maior do que uma garagem para três carros. Trinta e dois meninos, incluindo Domingos, ocupam beliches separados por poucos centímetros, com suas poucas roupas guardadas em caixas de papelão debaixo deles. Não existe abrigo para as meninas.

Desde julho, eles não aceitam mais crianças. “As crianças vêm para cá para pedir proteção, mas não temos espaço”, disse o bispo. “Até o momento, nós não encontramos um modo de combater este fenômeno.”

Muitos dos meninos do abrigo descrevem passados de abuso, rejeição e medo. Saldanha David Gomes, 18 anos, que vivia com sua tia até completar 12 anos, disse que ela se voltou contra ele depois que a filha dela de 3 anos adoeceu e morreu.

Depois disso, ele disse, sua tia se recusava a alimentá-lo e amarrava os pés e mãos dele toda noite, temendo que ele fizesse outra vítima.

Um vizinho finalmente o alertou a fugir. “Eu não sou bruxo e não era bruxo”, disse Saldanha. “Mas eu tive que fugir porque estavam ameaçando me matar.”

Afonso Garcia, 6 anos, ocupou a última vaga do abrigo em julho. “Eu vim para cá sozinho porque meu pai não gosta de mim e eu não comia todo dia”, ele disse.

Depois que a mãe de Afonso morreu há três anos, ele se mudou com seu pai. Sua madrasta, Antoinette Eduardo, disse que começou a suspeitar que ele era um bruxo depois que as crianças da vizinhança começaram a dizer que ele tinha comido uma gilete. Além disso, ela disse, “ele estava ficando cada vez mais magro, apesar de estar comendo bem.”

Ao ser questionado, ela disse, Afonso reconheceu que um parente o visitava em seus sonhos, exigindo que matasse um membro da família. Afonso nega ter confessado a bruxaria.

O que se seguiu é típico de muitos casos aqui. Os parentes de Afonso se voltaram para um curandeiro tradicional em busca de uma cura.

O curandeiro de 30 anos, João Ginga, veste uma jaqueta de couro com gola de pele e trabalha no que chama de hospital -uma sala apertada de paredes de barro. “Se alguém tem um espírito ruim, eu posso dizer”, ele disse certa manhã enquanto clientes aguardavam em um banco de madeira. “Nós tratamos mais de mil casos por ano.”

Com tamanho movimento, disse Ginga, ele não conseguia se lembrar do caso de Afonso. A tia do menino, Isabella Armando, disse que sua família deu a Ginga US$ 270 em dinheiro, velas, perfume e talco para tratar Afonso.

Ginga realizou alguns rituais, colocou uma substância nos olhos de Afonso que o fizeram soluçar de dor e anunciou que ele estava curado, ela disse. O pai e madrasta de Afonso, os únicos parentes que podiam arcar com o tratamento dele, não concordaram e o expulsaram do lar.

“Eu tive dó e ainda sinto dó dele porque ele está vivendo nas ruas”, disse a madrasta. “Mas estávamos com medo.”

Ginga não é o único curandeiro daqui que alega curar crianças bruxas. Sivi Munzemba disse que exorciza crianças possuídas inserindo um cataplasma de ervas em seus ânus, raspando suas cabeças e as mantendo confinadas por duas semanas na casa dela.

Moises Samuel, o diretor do escritório provincial do instituto da infância, disse estar preocupado não apenas com os curandeiros tradicionais, mas também com o bando de igrejas com pastores que alegam exorcizar espíritos malignos e que atraem multidões até mesmo nos dias úteis.

Quando um pastor ou curandeiro rotula uma criança de bruxa, disseram especialistas em bem-estar de menores, mesmo a polícia costuma recuar.

As autoridades mantiveram Domingos, o menino que foi suspenso pelos pés, por uma noite na delegacia e então o enviaram para casa, disse Bulio, o líder da comunidade. Elas nunca investigaram o tio de Domingos, que Bulio disse ter liderado o ataque.

“É claro que foi um crime”, disse Bulio. “Mas como é bruxaria, a polícia não quer assumir qualquer responsabilidade.”

Domingos, atualmente com 15 anos, insistiu que ele disse que era um bruxo apenas para salvar sua vida. Mas até mesmo sua mãe de 32 anos, Maria Pedro, não acredita nele.

Maria Pedro obviamente gosta de Domingos, seu filho mais velho. Ela fica radiante com seu progresso acadêmico e se preocupa com novos ataques de seus parentes, caso ele deixe o abrigo.

Ainda assim, ela suspeita que ele foi enfeitiçado para matar. “Deve ser verdade porque ele confessou”, ela disse, olhando com cuidado para Domingos do outro lado da mesa, em sua casa de dois cômodos.

Depois daquilo, Domingos se levantou e caminhou rapidamente para fora. Dez minutos depois, ele reapareceu na porta, com o rosto vermelho e manchado. “Mãe, deste dia em diante, eu não sou mais seu filho”, ele declarou com veemência.

Maria Pedro assistiu ele partir sem dizer nada. Ela disse posteriormente: “Eu não sei por que Domingos ficou tão furioso”.

Fonte: Jornal New York Times

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Nov 28 2007

Use preservativo. Se ame!

Publicado por Tandai under Prevenção, Vídeos Ilustrativos


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Nov 27 2007

Jornal O Globo faz reportagens especiais sobre casos de HIV/AIDS entre adolescentes

Publicado por Tandai under Prevenção

Brasil Contra a Pedofilia

A edição do jornal O Globo traz nesta terça-feira (27) uma série de reportagens sobre as novas infecções pelo HIV em adolescentes, com perfis de alguns jovens cariocas que nasceram com a infecção pelo vírus da Aids ou por meio do ato sexual. A publicação conta também que “a experiência de grupos de apoio a portadores do HIV revela empiricamente uma realidade sobre a qual não há dados oficiais: cresce assustadoramente o número de infecções de adolescentes e jovens por via sexual”. Em grupos como o Arco-íris e o Pela Vidda, por exemplo, os aconselhadores têm recebido cada vez menos jovens que tiveram transmissão vertical (de pai para filho) e mais vítimas de transmissão horizontal (sexual), segundo a reportagem. A matéria lembra também que a exposição na mídia, de forma “sensacionalista”, do cantor Cazuza marcou o imaginário popular sobre a doença. Confira o texto na íntegra.

Jovens em risco
A experiência de grupos de apoio a portadores do HIV revela empiricamente uma realidade sobre a qual não há dados oficiais: cresce assustadoramente o número de infecções de adolescentes e jovens por via sexual. O Ministério da Saúde só dispõe de número de casos de Aids, e não de contaminações. Mas, em grupos como o ArcoIacute;ris e o Pela Vidda, por exemplo, os aconselhadores têm recebido cada vez menos jovens que tiveram transmissão vertical (de pai para filho) e mais vítimas de transmissão horizontal (sexual).

— É a maioria dos casos que temos atendido. O dado triste é que muitos sequer nos procuram, por vergonha ou medo. O aumento da contaminação horizontal poderia ser atribuído ao relaxamento no cuidado — lamenta Leila Francia, do Pela Vidda de Niterói.
O jovem Roberto, de 24 anos, sofre ao tentar imaginar como se contaminou. Ele garante que sempre usou camisinha. Mesmo assim, em julho de 2006, teve início um declínio rápido na saúde. — Como sempre me cuidei, não pensei em HIV. Tive uma pneumonia forte, fiz um tratamento incompleto e, três meses depois, tive tuberculose. Perdi 25 quilos — conta o rapaz, que, depois de começar a tomar os medicamentos antiHIV, já voltou aos 63 quilos habituais.

A família de Roberto, morador da Zona Sul do Rio, o apoiou bastante. A irmã, com quem ele passava às vezes meses sem falar direito, foi a que mais sentiu o choque.
— Ela me liga todos os dias — ri. — Aliás, é engraçado, eles não me criticam, mas me consideram doente, redobramse em cuidados. Já os ouvi cochichando coisas entre si, não é agradável. Agora, se houve algo bom nisso tudo, foi que, além de aprender a me cuidar e a ter uma vida regrada, sem beber ou dormir pouco como antes, estou mais unido a eles.

O sexo, ele conta, é mais raro depois da descoberta. — Acho que estou ainda muito assustado, é recente. Sempre tive uma vida sexual ativa, mas agora prefiro me masturbar a me expor a perigos.

Ainda me revolto e me deprimo quando penso no meu destino. Mas tenho esperança de ter uma família, uma carreira, uma vida longa — diz o rapaz, que cursa publicidade.
Sem tantos sonhos, e assustadoramente pragmática, é Manoela, de 17 anos, que se contaminou numa das primeiras relações sexuais que manteve. Ela engravidou e, moradora de uma região pobre de São Gonçalo, não foi submetida a todos os exames pré-natais indicados. Só teve o diagnóstico de HIV aos quatro dias de vida da filha, que, um ano e sete meses depois, milagrosamente não apresenta sinais de contaminação, apesar de ter sido amamentada.

— Não usamos camisinha. Como me arrependo! Eu não conhecia nada sobre HIV, fiquei muito assustada. Depois fui me acostumando. Ainda não tomo remédio e gostaria de adiar esse momento, por causa dos efeitos colaterais.

Para o futuro, ela deseja apenas uma casa, uma família e mais filhos. Mas repete sempre que não sabe o quanto viverá. Manoela já teve outro namorado desde que descobriu ter o HIV. E não contou para ele: — Não tive coragem. Só fizemos sexo com camisinha. u não sei o que a vida me reserva. Procuro viver o hoje, não sei o que será do meu futuro. Nem sei se terei um.

Sobrevivendo ao HIV
“Sou vítima da doença como milhões de outras pessoas, inclusive meus pais biológicos. Ninguém tem culpa”

Alessandro Soler » asoler@oglobo.com.br

A fase mais explosiva da epidemia de Aids, que assombrou o mundo entre o fim dos anos 80 e a primeira metade da década seguinte, deixou herança. Uma geração de filhos de portadores do HIV infectada naquela época, quando ainda eram desconhecidos medicamentos e práticas capazes de evitar a transmissão de mãe para filho, hoje tenta levar uma vida normal. Em meio a planos e sonhos de longo prazo — algo impensável antes do surgimento das drogas anti-retrovirais, em 1995 —, eles enfrentam o preconceito da sociedade, os transtornos inerentes ao tratamento e, muitas vezes, a cíclica debilidade física.

Esses jovens portadores não viveram a barra pesada da luta do cantor e compositor Cazuza pela vida, até sucumbir em julho de 1990. A exploração midiática sensacionalista da doença do cantor, ícone entre tantas personalidades mortas em decorrência da Aids, deixou marcas no imaginário popular que ainda perduram.
Um dos episódios mais emblemáticos de então foi a publicação de uma foto dele extremamente magro e abatido na capa de uma revista. Nos dizeres da publicação, o cantor agonizava “em praça pública”.

Para quem não viveu ou não se lembra de nada daquilo, ocultar o rosto nesta reportagem da Megazine, 17 anos depois, parece estranho. — Não sou criminosa, não faz sentido eu me esconder.

Sou uma vítima dessa doença como milhões de outras pessoas, inclusive meus pais biológicos. Ninguém tem culpa. É preciso acabar com essa porcaria de discriminação — aborreceu-se Júlia(*), 15 anos, ao não ter autorização da mãe adotiva para mostrar o rosto.

A fim de evitar a exposição dos demais jovens portadores do HIV que aparecem na reportagem — dois deles menores, os outros três com idades entre 19 e 24 anos —, a Megazine optou por não mostrar o rosto de ninguém. Para a psicóloga Leila Chagas Francia, coordenadora de reuniões de adolescentes e jovens adultos no Grupo Pela Vidda de Niterói, por mais que essa geração tenha coragem, o preconceito da sociedade ainda é grande: — As pessoas não perdoam.

Já fragilizados diante de uma doença sem cura, os portadores são humilhados e discriminados. As histórias que ouvimos nas reuniões são desanimadoras. A quatro dias do Dia Mundial de Luta Contra a Aids, o Ministério da Saúde se prepara para lançar sua tradicional campanha, tendo este ano como foco os jovens. Embora, desde o início da década, a faixa etária na qual se verificam mais casos de Aids seja a de 40 a 49 anos , é provavelmente na juventude que a maioria contrai o HIV.

— Há estimativas de que, em média, 50% das pessoas permanecerão assintomáticas por pelo menos dez anos. Por isso, a geração jovem livre de Aids é alvo da atual campanha.

Livrando-os do vírus queremos evitar mais casos de Aids daqui a muitos anos — afirma Mariângela Simão, coordenadora do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde.

Segundo Mariângela, a análise de pesquisas qualitativas conduzidas ao longo de duas décadas revela uma postura contraditória dos jovens. Se, com o surgimento da classe de medicamentos anti-retrovirais, muitos relaxaram no cuidado, na suposição de que a epidemia está controlada, por outro lado, o grupo de 13 a 24 anos é o que mais usa camisinha.

— Em 1986, 9% dos jovens usavam preservativo na primeira relação. Em 2006, 68% usavam. Isso exemplifica a adoção do preservativo em relações eventuais, o que, muitas vezes, o adulto não faz. Agora, quem parou de se cuidar deve se lembrar de que não há cura. O tratamento é cheio de efeitos colaterais — disse Mariângela. — Sou mãe de adolescentes, posso dar a eles muitos conselhos. Mas a decisão sobre usar camisinha é só deles.
Diogo, 17 anos
Aos 5 anos, ele foi submetido ao teste de detecção do vírus da Aids. A internação por pneumonia da irmã mais velha, Karina, então com 8, deu o sinal aos médicos. Diogo só viria a saber por que tinha de tomar tantos remédios diariamente dois anos depois, “quando já tinha idade para entender”.

— Nunca me revoltei. Acho que o fato de ter crescido com o vírus foi importante para eu entender melhor a doença — pondera o rapaz, que está no segundo ano do ensino médio e quer cursar engenharia da computação.

Depois de perder os pais muito menino, viveu por anos na Sociedade Viva Cazuza, dirigida por Lucinha Araújo, mãe do cantor. Desde que saiu de lá, há três anos, esteve sob a tutela de duas tias. Ainda sem experiências sexuais, Diogo, como qualquer adolescente, costuma ficar com meninas com regularidade. Nunca teve nada sério, por isso considera-se desobrigado de contar a elas sobre a presença do vírus em seu sangue: — É algo íntimo, não tenho que dizer. Sei que não expus as meninas com quem fiquei. Quando tiver uma namorada, não sei o que farei.

Ao contrário da irmã, ele não experimentou tantas combinações de medicamentos e tem se adaptado razoavelmente bem ao tratamento. Mas se vê privado de coisas a que jovens saudáveis não costumam prestar muita atenção: — O álcool deprime o sistema imunológico, não é recomendável. Tenho que ter uma vida regrada, tomar medicação no horário certo. Já me esqueci algumas poucas vezes. Hoje existe mais perspectiva, mas eu sou consciente de que não há cura. Acho que vou viver por muitos anos, ter família, carreira. Mas tudo é incerto.
Karina, 19 anos
Ela nasceu sem o vírus, mas, nos meses seguintes, o contraiu ao ser amamentada pela mãe recém-contaminada. Aos 3 anos, teve uma parada cardiorrespiratória que a levou ao hospital, onde foi constatada a doença. Irmã de Diogo, enfrentou ao lado dele e das tias a perda dos pais — primeiro a mãe, em 1995; e o pai, três anos depois.

Como o irmão, passou anos na Sociedade Viva Cazuza antes de ir morar com uma tia que a “tratava de um modo estranho”. — Ela brigava comigo e me jogava na cara que eu tenho o vírus. Na escola, fui vítima de preconceito várias vezes. Até os psicólogos achavam que eu não ia viver muito. Houve um colégio que não quis me aceitar ao ver que o cheque do pagamento era da Viva Cazuza. Mas eu não me abati, continuei estudando e, hoje, estou no segundo ano. Quero ser chef de cozinha.

Karina sofre ao se lembrar dos xingamentos que já ouviu de vizinhos e colegas de colégio. A enfermeira de um hospital público de Niterói, onde ela já foi internada, uma vez lhe perguntou, à queima-roupa: “por que você se trata? Todo aidético vai acabar morrendo mesmo.” — Já fiquei com alguns meninos, mas até agora não tive nada sério. Tenho medo de me entregar, muitas coisas passam pela minha cabeça. Não quero sofrer. Acho que a rejeição é a coisa mais triste que poderia me acontecer.

Ela já optou por diferentes esquemas de medicação. O vírus tem criado resistência a cada um. Periodicamente, Karina tem baixas na imunidade, o que a faz ser internada com freqüência. Recentemente, foi obrigada a trocar os medicamentos mais uma vez. O novo esquema permitiu que seu sistema imunológico, então debilitado, reagisse a uma doença pulmonar não detectada.

Dois dias depois de conversar com a Megazine, ela foi levada para o Hospital dos Servidores do Estado, no Centro do Rio, com água pleural. O quadro poderia evoluir para pneumonia.

— Eu tenho o hábito de repetir para mim mesma que sou normal, tenho uma vida normal. Mas, imagine, a saúde é uma preocupação constante, excessiva. É difícil viver assim — conclui.
Júlia, 15 anos
A pobreza da família de Júlia foi um complicador extra na aurora da vida desta adolescente esperta e decidida. Já doente, a mãe foi embora sem deixar pistas pouco tempo depois de parir. O pai morreu quando ela tinha 1 ano.

— Antes de sumir, minha mãe me trancou no quartinho onde ela vivia, sem comida nem água. Provavelmente queria que eu morresse, talvez não acreditasse que um bebê com HIV pudesse durar tanto. Mas eu estou aqui — diz, em tom desafiador.
Ela vive desde então com um casal que, sensibilizado com sua história dramática, sempre procurou lhe dar conforto e amor.

Durante uma briga entre uma vizinha e a mãe adotiva, a rua toda onde mora, em Niterói, ficou sabendo da sua condição: — A vizinha gritou que eu era “aidética”, essa palavra horrível que machuca.

Alguns vizinhos fizeram comentários maldosos, mas eu me imponho. Sou brigona, não levo desaforo para casa. Na escola, também todos sempre souberam. Já até dei palestra sobre o tema numa aula. Uma menina, dias atrás, me chamou de doente. Não me contive e bati nela.

Ela diz não sentir vergonha de admitir para qualquer um que tem o HIV.
Mas é rápida em atribuir a coragem ao fato de ter nascido com o vírus. Para quem o contrai sexualmente, pondera, o estigma é mais forte: — Fiquei realmente triste por minha mãe não ter me deixado aparecer na foto.
Acho que é hora de todo mundo mostrar a cara, se unir para atacar melhor essa doença. Se todos se escondem, dá a impressão de que não há pessoas contaminadas, o problema parece menor
Felipe, 20 anos
— Os meninos que têm HIV são taxados de gays. As meninas, de prostitutas. Eu não tenho vergonha de ser o que sou, mas fico sempre com medo antes de contar para alguém. A reação negativa das pessoas machuca — desabafa Felipe, jovem morador de Niterói, cuja contaminação foi descoberta aos 11 anos e revelada a ele aos 13.

Antes do diagnóstico, teve muitas infecções. Desde então, é obrigado a tomar medicação anti-HIV duas vezes por dia, como a maioria dos portadores em tratamento. Já sentiu enjôos, falta de apetite e outros efeitos colaterais, como depressão e agitação.

Mas agradece a Deus por não ter desenvolvido o mais cruel de todos, a lipodistrofia, redistribuição da gordura corporal capaz de fazer braços e pernas afinarem. A gordura, muitas vezes, acaba se acumulando no abdome ou na nuca.

— Se o destino quis que eu tivesse uma doença, acho que poderia até ser pior. Câncer na minha idade ou mesmo diabetes podem ser tão mortais quanto a Aids ou até mais.
Felipe lembra que, quando criança, seu sonho era ser piloto. A consciência das eventuais debilidades físicas — e dos exames a que os candidatos são submetidos — o fez desistir. Hoje no primeiro ano do ensino médio, planeja fazer engenharia mecânica.
E se imagina pai e dono da própria casa em dez anos: — Não penso que vou morrer a qualquer momento. Também sei que, em média, pessoas com HIV vivem menos.

Vou levando sem pensar tanto nisso. Só tomo o máximo de cuidado para não contaminar alguém e uso sempre camisinha. Para mim, seria a morte.

Introdução ao HIV e AIDS: O que você precisa saber

(Esse vídeo contém informações que podem salvar a sua vida)


 

Fonte: O Globo

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Nov 27 2007

EUA não permitem que brasileira ilegal amamente seu bebê na prisão

Publicado por Tandai under EUA

Charlotte (EUA) - Em situação ilegal nos Estados Unidos, uma brasileira acusada de ter roubado um CD em uma loja no Estado da Carolina do Norte não está sendo autorizada a amamentar o filho de dois meses enquanto aguarda, presa, por sua deportação ao Brasil.

A brasileira Danielle Ferreira, de 29 anos, foi detida na sexta-feira passada por agentes da Polícia de Charlotte, a cidade mais povoada do estado da Carolina do Norte, enquanto saía do local acompanhada de seu irmão Dennis e de seus dois filhos.

Danielle e o irmão foram transferidos para a prisão do condado Mecklenburg, onde tiveram o status de imigração checado, e foi confirmado que ambos viviam ilegalmente no país.

De acordo com o pastor evangélico Ezequiel Oliveira, amigo da brasileira, no momento em que foi detida, Danielle não sabia que seu irmão havia escondido o disco no carrinho do bebê.

“Pediram uma fiança de US$ 500, mas ela não pôde sair porque não tinha documentos de imigração. Trataram-na como uma criminosa perigosa, separaram-na de seus filhos”, disse Oliveira hoje à Agência Efe.

A Polícia entrou em contato com Ezequiel Oliveira para que ele fosse buscar o bebê, Samuel, e seu irmão Daniel, de dois anos, antes que fossem entregues ao Departamento de Serviços Sociais da região.

O pastor disse à Efe que Samuel chora constantemente, que nem sequer a chupeta consegue acalmá-lo, que está rejeitando o leite em pó, e que seu irmão está triste pela falta que sente da mãe.

“Visitei-a no domingo para ver se conseguia tirar o leite e disseram-nos que faltava uma ordem. Também argumentaram que não havia lugar para depositar o leite. Ela está sofrendo e tem febre”, acrescentou Oliveira.

As autoridades da prisão disseram à imprensa que a mãe estava recebendo atendimento médico e que não é permitido amamentar bebês ou retirar leite na prisão sem autorização prévia.

De acordo com o pastor, Danielle havia planejado deixar o país no dia 6 de dezembro.

Tinha comprado as passagens de avião para retornar ao Brasil e ficar junto aos seus familiares, que a ajudarão a cuidar dos filhos, já que é mãe solteira.

“É uma injustiça. As vidas de uma jovem e de um bebê estão em perigo”, declarou à Efe Maudia Meléndez, ativista da comunidade hispânica.

Meléndez está fazendo trabalhando com as autoridades de imigração e prisão para que libertem a imigrante por “razões humanitárias”.

Angeles Ortega-Moore, diretora da Coalizão Latino-Americana, disse ao jornal “The Charlotte Observer” que esta não é a primeira vez que fica sabendo de mães que tiveram pedidos para retirar leite na prisão negados.

O incidente ocorreu alguns dias após o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, em inglês) anunciar que permitirá mulheres grávidas e com bebês lactantes deixarem a prisão sob supervisão.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/27112007/40/entretenimento-eua-nao-permitem-brasileira-ilegal-amamente-bebe-na-prisao.html

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Nov 27 2007

Atibaia: Polícia prende acusado de violência sexual contra menor de seis anos

Publicado por Tandai under Crimes, São Paulo

Um homem foi preso pela polícia de Atibaia nesta segunda-feira (26). Conhecido como ‘Tião’, 43 anos, ele é acusado de violência sexual contra um garoto de seis anos. O crime teria acontecido na zona rural da cidade.

‘Tião’ teria levado o garoto próximo ao local onde trabalha. O abuso sexual foi presenciado pela irmã mais velha de H.MG., que contou aos pais. O Boletim de Ocorrência foi registrado e pouco depois o suspeito já estava preso.

O abuso sexual ficou confirmado pelo Instituto Médico Legal de Bragança Paulista.

Fonte: http://www.pindavale.com.br/agoravale/noticias.asp?materia=790&tipo=3

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Nov 27 2007

Cada vez mais crianças chegam como imigrantes ilegais à Europa

Publicado por Tandai under Europa

Brasil Contra a Pedofilia

Imigrante ilegal em um porto da ilha de Tenerife

DACAR — As saídas de imigrantes clandestinos menores de idade representam uma nova tendência na África subsaariana, depois do norte da África”, anunciou à AFP o representante regional da OIM em Dacar, Abye Makonnen. Segundo ele, os pais ou familiares os fazem migrar na esperança de que tenham uma vida melhor. Teoricamente, menores de idade clandestinos não podem ser expulsos do país aonde chegam.

“A tendência consiste em enviar as crianças em um grupo (de clandestinos) ou em partir junto com eles”, explicou, depois de anunciar na semana passada a presença de mil menores senegaleses em Tenerife, no arquipélago espanhol das Canárias.

As autoridades espanholas propuseram ao Senegal um acordo entre seus ministérios de Justiça para a próxima repatriação a Dacar destas crianças, que têm entre 10 e 13 anos, e chegaram lá em pequenas embarcações.

O fenômeno, que segundo Makonnen acontece há vários anos, representa “primeiro uma busca de segurança para as crianças e certamente para eles mesmos (os pais)”.

“É um problema muito delicado. Enquanto forem menores, não podem ser expulsos e muito menos têm direito ao trabalho”, explicou.

Se as crianças forem repatriadas, isso deve ser feito com seu consentimento e com o de seus pais, completou o responsável da OIM.

A chegada de imigrantes ilegais às Ilhas Canárias diminuiu muito em 2007 em comparação com 2006 (60%), quando um número recorde de 31.000 imigrantes africanos chegou a seu litoral.

Segundo as autoridades espanholas, desde janeiro, 8.200 imigrantes clandestinos desembarcaram nas Ilhas Canárias.

Fonte: http://afp.google.com/article/ALeqM5ieIvMz50dnvvDjmFSfc3sZHlXYnQ

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Nov 27 2007

Vereador pode ser cassado por tentativa de estupro contra menor de 11 anos

Publicado por Tandai under Crimes, Maranhão, São Luís

São Luís - Um vereador do município de Santo Amaro, atualmente sem partido, poderá ter seu mandato cassado sob a acusação de tentativa de estupro contra uma menor de 11 anos.

Segundo informações, o acusado não chegou a consumar o estupro, mas foi reconhecido pela população que revoltada com a atitude dele, denunciou o caso à Polícia e à Câmara Municipal.

A Câmara aceitou a representação contra o vereador e por decisão unânime, o presidente da Casa deciciu colocar na pauta da sessão da próxima sexta-feira (29), a cassação do acusado.

Fonte: http://imirante.globo.com/plantaoi/plantaoi.asp?codigo1=143661

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