Archive for the 'Amapá' Category

Apr 03 2008

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Brasil Contra a Pedofilia

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Apr 01 2008

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Mar 27 2008

Instalação de mineradoras contribui para o aumento da exploração sexual

Publicado por Tandai under Amapá, Denúncia

A instalação de empresas mineradoras em pequenas cidades no Amapá contribuiu para o crescimento da exploração sexual de crianças e adolescentes na região. É o que denuncia a coordenadora estadual do Programa Sentinela, Carla Góes. Entre os motivos apontados estão a falta de ações preventivas e de esclarecimento por parte das empresas, e a situação de pobreza em que se encontram as famílias que vivem na região.

Segundo a coordenadora, desde 2006, o número de trabalhadores levados pelas mineradoras chega a representar 1/3 da população de algumas cidades. Ela ressalta que a maioria dos homens não levam suas famílias. “Chegou a um ponto em que as adolescentes vão nos alojamentos, pousadas e hotéis oferecer ‘os serviços’ para os trabalhadores dessas empresas, principalmente nos dias de pagamento”, afirma.

Devido à situação de pobreza que parte da população vive nas regiões de mineração, muitas meninas são incentivadas pelos próprios familiares. Segundo Carla, a exploração já chegou a um ponto tão crítico que os próprios pais das jovens, e principalmente as mães, “agenciam” as filhas. O objetivo é conseguir dinheiro para contribuir financeiramente para o sustento da família

A gravidade da situação está chamando a atenção de prefeitos e entidades que lidam com crianças e adolescentes. Segundo a prefeita de Serra do Navio, Francimar Santos, a chegada de tantos homens sem família modificou a realidade do município. “A maior parte dos homens, quando chega, procura bares, salões de festa e mulheres. E também há mulheres de fora chegando em nosso município. E há a questão da gravidez precoce crescendo. Na maioria das vezes, eles engravidam nossas meninas e vão embora”, lamenta Francimar.

A prefeita também reclama que o aumento repentino da população, além da exploração sexual, trouxe problemas como falta de energia elétrica e água tratada, aumento de lixo na cidade, superlotação nas escolas e no sistema público de saúde. Porém, o gerente de Saúde, Meio Ambiente e Comunidade da Mineração Pedra Branca do Amapari (MPBA), Claudinei Mariano Alves, afirma que a empresa não tem conhecimento desse fato. Claudinei acrescenta que, nos últimos dois anos, a mineradora reduziu o número de empregados e de prestadores de serviço.

A empresa, no entanto, de acordo com ele, não descarta ações solidárias se for responsabilizada por problemas na comunidade. “A empresa busca sempre se colocar junto às comunidades de interferência, no caso de Pedra Branca do Amapari e de Serra do Navio, para estabelecer parcerias no controle de problemas sociais diversos, porém esse não nos foi levantado”, explica.

Fonte: Programa Na Mão certa


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Mar 11 2008

Mineradoras contribuem para aumentar exploração sexual no Amapá

A instalação de empresas mineradoras em pequenas cidades no Amapá contribuiu para o crescimento da exploração sexual de crianças e adolescentes. É o que denuncia Carla Góes, coordenadora estadual do Programa Sentinela, que atende vítimas de abuso sexual.

No estado, o município que apresenta índices mais elevados de exploração é Pedra Branca do Amapari, a cerca de 200 quilômetros de Macapá, que tem 7,3 mil habitantes. O motivo, segundo a coordenadora, é a instalação das mineradoras que chegaram ao local em 2006 levando cerca de 2 mil trabalhadores de outras cidades e estados. Além disso, muitos dos homens não levaram suas famílias.
“Chegou a um ponto em que as adolescentes vão nos alojamentos, pousadas e hotéis oferecer ‘os serviços’ para os trabalhadores dessas empresas, principalmente nos dias de pagamento”, afirma Carla. Como o município é pobre, as meninas são incentivadas pelos próprios familiares a conseguir dinheiro para ajudar em casa.

Segundo Carla, a exploração já “chegou a um ponto tão crítico” que os próprios pais das jovens, e principalmente as mães, “agenciam” as filhas. O objetivo é conseguir dinheiro para contribuir financeiramente para o sustento da família. Outro foco de exploração sexual de jovens no estado é Oiapoque, localizado na fronteira com a Guiana Francesa. De acordo com a
presidente do Conselho Tutelar da cidade, Carmem Lúcia Saldanha, a maioria das meninas vem de outros lugares.

“Muitas das vezes, elas não são só de Oiapoque. Vêm de Belém, com documento de identidade falso, dizendo que são maiores de idade, enganando seus pais dizendo que vão estudar, trabalhar em casa de família, isso já aconteceu”, afirma a presidente.

Ao contrário do que acontece em Pedra Branca do Amapari, onde as meninas são exploradas para o sustento da família, em Oiapoque, afirma Carmem Lúcia, o objetivo é satisfazer necessidades de consumo, como comprar telefones celulares e roupas de marca. Ela lembra que o dinheiro dos turistas da Guiana é o euro - que vale cerca de três vezes mais que o real.
Carmem Lúcia garante que o Conselho Tutelar apura denúncias, mas alega que é difícil ocorrer um flagrante.

Essa situação está chamando a atenção de prefeitos e de entidades que lidam com menores. Segundo a prefeita de Serra do Navio, Francimar Santos, a chegada de tantos homens sem família modificou a realidade do município.

“A maior parte dos homens, quando chega, procura bares, procura salões de festa e mulheres. E também há mulheres de fora chegando em nosso município. E há a questão da gravidez precoce crescendo em nosso município. Na maioria das vezes, eles engravidam nossas meninas e vão embora”, lamenta Francimar.

Além do aumento da prostituição e da exploração sexual de meninas, a prefeita reclama que o aumento repentino da população trouxe mais prejuízos do que compensações. Segundo Francimar, há muito mais lixo na cidade, e já falta energia elétrica e água tratada para atender a todos.

As escolas estão lotadas de crianças e os agentes de saúde não conseguem atender a tantos doentes. O gerente de Saúde, Meio Ambiente e Comunidade da Mineração Pedra Branca do Amapari (MPBA), Claudinei Mariano Alves, afirma que a empresa não tem conhecimento desse fato. Claudinei acrescenta que, nos últimos dois anos, a mineradora reduziu o número de empregados e de prestadores de serviço.

A empresa, no entanto, de acordo com ele, não descarta ações solidárias se for responsabilizada por problemas na comunidade. “A empresa busca sempre se colocar junto às comunidades de interferência, no caso de Pedra Branca do Amapari e de Serra do Navio, para estabelecer parcerias no controle de problemas sociais diversos, porém esse não nos foi levantado”, explica.

Segundo o gerente, a MPBA emprega atualmente 361 empregados diretos e 115 prestadores de serviço.

Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/03/10/materia.2008-03-10.7419238856/view

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Franceses fazem turismo sexual na Amazônia

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Feb 29 2008

Franceses fazem turismo sexual na Amazônia

Ray Cunha

Artigo do professor Rubens Caran, mestre em Turismo, intitulado Prostituição infantil corre solta em Oiapoque, revela um novo e estarrecedor tipo de turismo feito na cidade de Oiapoque, no Amapá. Trata-se do turismo sexual. A de Oiapoque será ligada brevemente por ponte sobre o rio Oiapoque à Caiena, capital da Guiana Francesa. A colônia francesa fica encravada na Amazônia.


“Há um ano, fiquei chocado quando visitei Oiapoque e, na praça, meninas de 13 a 15 anos vinham se oferecer para fazer um programa. Perguntei a uma das meninas se estava na escola, ela me respondeu que não, aí eu lhe perguntei por que estava fazendo aquilo; ela, na maior naturalidade, me respondeu que era para ajudar a família, pois seu pai estava desempregado, e que se ela não se prostituísse, na sua casa, seus irmãozinhos iriam passar necessidades. O que mais me impressionou foi saber que seu pai a incentivava a exercer a prostituição”, escreve o professor Rubens Caran.


O relato dramático de Caran está publicado no site www.amapabusca.com.br. O portal é editado pelo jornalista Chico Terra, de Macapá (AM).


Situação idêntica ocorre no Marajó, Pará. Crianças são incentivadas pelos seus pais a se prostituírem, geralmente na boléia de caminhões. A prostituição acontece durante a travessia de rios em balsas — as crianças fazem programas em troca de uns trocados, ou de gasolina ou diesel. Em Cuba, que se deteriora na medida da decrepitude de Fidel Castro, prostituição familiar se tornou comum. Nos três casos, a miséria é o vetor dessa tragédia infantil.


A denúncia do professor Rubens Caran chegou ao Ministério Público do Amapá. Tempos depois, a polícia e a Promotoria de Oiapoque promoveram blitz com o objetivo de afastar as meninas da praça. A emenda foi pior que o soneto. Segundo o professor Rubens Caran, o crime organizado abrigou as meninas em boates, casas de massagem, saunas e outros locais de prostituição e consumo de drogas.


Depois da visita do presidente francês Nicolas Sarkozy à Guiana Francesa, onde foi anunciada a construção da ponte sobre o rio Oiapoque e que a colônia não é a casa da mãe Joana, o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), disse que Oiapoque é o mais novo pólo turístico do estado, e que, com a construção da ponte, os turistas franceses irão com mais freqüência ao Amapá.


“Ele não sabe ainda que o único tipo de turismo que os franceses estão interessados em fazer em Oiapoque é o turismo sexual, prostituindo nossas crianças. Os “turistas” (ou devo chamá-los de pedófilos?) franceses deitam e rolam com a falta de leis que protejam as crianças no Brasil; dá a impressão que o Estatuto da Criança e do Adolescente não tem jurisprudência
em Oiapoque. Se os brasileiros que atravessam a fronteira para trabalhar são brutalmente espancados pela truculenta Gendarmerie (polícia francesa), o que, então, nós deveríamos fazer com esses facínoras que vêm prostituir nossas crianças? Que turismo é esse?” – pergunta o professor Rubens Caran.

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Feb 12 2008

Denúncia: Fronteira da Amazônia com a Guiana é terra de ninguém

RAY CUNHA

Quadrilhas formadas por brasileiros - principalmente amapaenses e maranhenses –, guianenses e ex-legionários matam, saqueiam, escravizam e traficam inclusive mulheres e crianças, em território francês na Amazônia. Brasileiros são escravizados em garimpos clandestinos e atirados em prostíbulos em Oiapoque – cidade do estado do Amapá –, na Guiana Francesa, no Suriname e na Guiana.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, se encontra com Lula nesta terça-feira, 12, em Saint-Georges de l’Oyapock, Guiana Francesa, para tratar da construção da ponte sobre o rio Oiapoque, unindo Macapá (AP) a Caiena, capital da Guiana Francesa, por meio da rodovia BR-156. Dificilmente Sarkozy deixará de abordar com Lula a questão da bandidagem que assola a região fronteiriça entre o Brasil e a potência européia.

Brasil Contra a Pedofilia Guiana Vila Brasil 

Vila Brasil, separada pelo rio Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. (Foto: Enrico Bernard)

Ontem, mesmo Sarkozy anunciou uma ofensiva, a Operação Anaconda, contra os garimpeiros que atuam de forma clandestina na colônia francesa. A operação começará na próxima semana, com mais de mil soldados franceses, durante o tempo que for necessário. A Agência Amazônia vem denunciando a situação dos brasileiros na Guiana, desde o ano passado.“Não quero que continuem desrespeitando as barreiras terrestres e fluviais. Se alguns irredutíveis não entenderam que Guiana é França e que a França se faz respeitar, faremos com que entendam”, rugiu Sarkozy. Mas um alto comando do Exército francês, não identificado, citado pelo Le Journal du Dimanche, se mostra cético, ao considerar que “o Brasil tem muitos outros problemas”.A deputada Janete Capiberibe (PSB-P) mostrou-se satisfeita com a retomada do Acordo de Cooperação Brasil-Fança, foi retomado pelo ex-governador do Amapá, João Capiberibe, em janeiro de 1996, na França. “Acredito que esta cooperação deva ir além da ligação rodoviária. É uma região de pouca presença do Estado. Brasileiros e brasileiras carecem de serviços essenciais, têm seus direitos violentados e buscam outra condição na Guiana. A fiscalização de fronteira não existe. Da Guiana, ou são expulsos, ou submetidos à condições degradantes. Mulheres, adolescentes e crianças são traficados para exploração sexual pela fronteira com a Guiana. Tenho certeza que o Governo francês está disposto a contribuir com o Brasil para melhorar esta situação”, afirmou a deputada.

Caçados pela imigração

O francês Le Monde, um dos mais importantes da Europa, denunciou que os brasileiros são “caçados” pela imigração francesa: “Chegam em levas, em busca do ouro ou bicos, para alimentar as famílias no Brasil. São expulsos, mas voltam, ameaçados por doenças e morte, por bala perdida ou golpe de facão”. O Libération, outro jornal da França, publicou que as empresas que empregam trabalhadores ilegais serão obrigadas a bancar a expulsão dos brasileiros.“Os brasileiros são empurrados pela falta de perspectivas no Brasil e pela possibilidade de receber em euro. Como sua entrada não é oficial, ficam sujeitos a condições desumanas. A ação precisa ser urgente e acredito no entendimento entre os dois governos para resolvê-la, já que quase um quarto da população da Guiana é de brasileiros” – afirma Janete, que pretende fazer chegar ao conhecimento do presidente francês um documento relatando a situação de prostituição de crianças e adolescentes brasileiros na fronteira com a Guiana Francesa e a condição de trabalho escravo dos brasileiros. Janete integrou a CPI do Congresso que investigou o tráfico de mulheres, adolescentes e crianças.A miséria grassa no Amapá, talvez o Estado mais acossado pela corrupção, atualmente. Oiapoque é uma vitrine de carne infantil, uma bacanal. Da capital Macapá só se salvam as imagens divulgadas recentemente na televisão, em matérias pagas. Apenas um exemplo: Macapá é situada à margem do maior rio do mundo, o Amazonas, que despeja, em média, no Oceano Atlântico, 200 mil metros cúbicos de água por segundo. Em Macapá falta água encanada.

Fonte:http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2203&Itemid=226 

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Denúncia: Venda de crianças no Amapá

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Feb 09 2008

Denúncia: Venda de crianças no Amapá

Ray Cunha

“…O comércio de crianças amapaenses e paraenses é intenso na Guiana Francesa e no Suriname, principalmente em cidades como Kourou, onde fica a base francesa de lançamento de satélites; o balneário de Montjoly e Saint Laurent. Meninas e meninos amapaenses e paraenses são bastante apreciados em bacanais, corrompidos por promessas de casamento com franceses ou pela possibilidade de ir para a Europa, onde imaginam que possam ganhar até 100 euros, cerca de R$ 400, por programa, escapando, assim, da miséria…”

“…Dos 200 mil habitantes da Guiana Francesa, 50 mil são brasileiros ilegais, amapaenses em sua maioria, que fogem do Amapá…”

“…A maior economia de Oiapoque é sexo. A cidade é a porta de entrada para a prostituição internacional na Amazônia Caribenha. Antes de meninas e meninos seguirem para as três Guianas, passam, geralmente, por um “estágio”

em Oiapoque. Boates locais constituem-se no internato que prepara meninas e meninos para o “abate”…

“…Assim, franceses que atravessam o rio Oiapoque atraídos por sexo são recebidos na cidade de braços abertos, inumeráveis bares nos quais o lenocínio prospera, de manhã à noite, açougues onde se pode comprar crianças de, em média, 13 anos. No Amapá, cidades como Laranjal do Jari, Tartarugalzinho, Calçoene e Santana são, como Oiapoque, vitrines de carne infantil…”
 
Fonte: http://www.agenciaamazonia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2187&Itemid=226 

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Jan 12 2008

Divulgue, por favor!

Brasil Contra a Pedofilia Luiz Eduardo Martins Gonçalves Dudu desaparecido

O menino da foto é Luiz Eduardo Martins Gonçalves, de 10 anos. Ele está desaparecido desde o dia 22 de dezembro de 2007. Foi visto pela última vez em Campo Grande-MS.
Características físicas: pele morena, olhos castanhos e cabelos pretos.
Atende pelo apelido de Dudu.
Qualquer informação sobre o paradeiro dele, por favor, entre em contato nos telefones: (67) 9201-4062 (pai Roberto Gonçalves), (67) 9263-4948 (líder comunitário José Arantes), Polícia Civil (67 -3318–8900), Midiamax 3324-0082, a Polícia Militar, pelo telefone 190, ou ainda, procurarem delegacias de plantão- Depac (67 - 3313.6100), Derf (67 -368-6600) ou Cepol (67 - 3318 9000).
Ou disque para o número 100. A ligação é gratuita e você não precisa se identificar.

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Jan 01 2008

Ação Civil Pública para funcionamento do Projeto Sentinela

Publicado por Tandai under Amapá

Ministério Público pede liminar para instalação em Oiapoque.

Ordenar a Prefeitura Municipal de Oiapoque, na pessoa do prefeito, a constituir equipe técnica composta de um assistente social, psicólogo e educador social para garantir o funcionamento do “Projeto Sentinela” naquele município.

O “Projeto Sentinela” tem como objetivo desenvolver ações sociais especializadas em atendimento às crianças e adolescentes que sofreram abuso sexual, proporcionando às vítimas serviço de inclusão social, inserção em programa de geração de emprego e renda, além de atividades de acompanhamento, apoio psicológico e proteção.

Segundo o representante do Ministério Público no município de Oiapoque, a execução e a implementação do Projeto não estão sendo realizadas, embora esteja formalmente constituído e recebendo repasses mensais do governo federal no valor de R$ 3.100,00 (três mil e cem reais) para custear o atendimento imediato das vítimas de exploração sexual.

O Promotor de Justiça Anderson Batista, titular no município de Oiapoque, propôs Ação Civil Pública com pedido de liminar para que o gestor municipal providencie a execução das atividades do Projeto Sentinela, constituindo equipe técnica composta de um assistente social, psicólogo e educador social, conforme requer o plano de trabalho do Projeto.

Fonte: http://www.correaneto.com.br/noticias/01/1_1_08sentinela.htm