Archive for the 'Canadá' Category

Apr 03 2008

Veja a matéria completa, clicando no título da notícia.

Brasil Contra a Pedofilia

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2 Comentários

Apr 01 2008

Mudança de endereço

Srs. Leitores:

Nosso site mudou de endereço.

Estamos agora no:

http://www.brasilcontraapedofilia.org/

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Jan 15 2008

Nove canadenses são presos por pornografia infantil na internet

Publicado por Tandai under Canadá, Crimes, Crimes Digitais

Nove canadenses, incluindo pessoas ligadas a organizações voltadas às crianças, foram presas acusadas de ter material de pornografia infantil que foi comprado de um site europeu, disse na terça-feira (15) a Royal Canadian Mounted Police (RCMP).

Em uma operação batizada de “Koala”, a polícia canadense fez uma investigação como parte de uma ofensiva internacional contra vendas de material de pornografia infantil, com 98 canadenses suspeitos.

Em entrevista coletiva, a polícia informou que os nove presos até o momento são homens. Dos 98 suspeitos, investigadores disseram que estão avaliando 50 pessoas e que mais prisões podem ocorrer. A polícia ainda não foi capaz de identificar todos os suspeitos.

“A Internet é um mundo virtual, mas os crimes com crianças são reais”, disse Earla-Kim McColl, superintentende da RCMP.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL260960-5602,00.html

Leia mais:

Operação contra a pedofilia prende 92 pessoas na Europa e na Austrália

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Jan 12 2008

Divulgue, por favor!

Brasil Contra a Pedofilia Luiz Eduardo Martins Gonçalves Dudu desaparecido

O menino da foto é Luiz Eduardo Martins Gonçalves, de 10 anos. Ele está desaparecido desde o dia 22 de dezembro de 2007. Foi visto pela última vez em Campo Grande-MS.
Características físicas: pele morena, olhos castanhos e cabelos pretos.
Atende pelo apelido de Dudu.
Qualquer informação sobre o paradeiro dele, por favor, entre em contato nos telefones: (67) 9201-4062 (pai Roberto Gonçalves), (67) 9263-4948 (líder comunitário José Arantes), Polícia Civil (67 -3318–8900), Midiamax 3324-0082, a Polícia Militar, pelo telefone 190, ou ainda, procurarem delegacias de plantão- Depac (67 - 3313.6100), Derf (67 -368-6600) ou Cepol (67 - 3318 9000).
Ou disque para o número 100. A ligação é gratuita e você não precisa se identificar.

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Nov 27 2007

Predadores sexuais: Pais precisam observar navegação dos filhos na Internet

Publicado por Tandai under Canadá, Internet, Prevenção

Brasil Contra a Pedofilia 

Toronto - Filtros, fiscalização permanente e até mesmo o uso de impressões digitais para conexão não bastarão para impedir que adultos determinados obtenham acesso a sites infantis na Internet, e cabe aos pais monitorar o que seus filhos fazem online, de acordo com a mundialmente famosa unidade de crimes sexuais da polícia de Toronto.

“Trata-se de passos na direção certa, mas acredito que mesmo o melhor sistema possa ser derrotado”, disse a sargento-detetive Kimberly Scanlan, que comanda a seção de exploração infantil da unidade.

“Eu gosto as medidas de segurança, mas sei como pensam os predadores sexuais, e eles são muito antenados. Passam tanto tempo em seus computadores, estudam tanto as novas tecnologias, que sempre encontrarão maneira de contornar os obstáculos. A segurança não é infalível”, afirmou.

Os sites de redes sociais que se afirmam seguros para crianças a partir dos seis anos incluem mundos virtuais como o Club Penguin (http://www.clubpenguin.com/), que promete salas de bate-papo seguras para as crianças, em um “ambiente moderado”.

O Club Penguin, que desfruta entre os pré-adolescentes de status semelhante ao que o Facebook desfruta entre os jovens, utiliza filtros de conversação que incluem bloqueios ao uso de linguagem imprópria e também um recurso de segurança conhecido como “chat de proteção completa”, no qual só sentenças pré-aprovadas podem ser utilizadas em conversas.

O site Anne’s Diary (http://annesdiary.com/), inspirado pelo personagem principal de “Anne of Green Gables”, livro de L. M. Montgomery, usa um leitor de autenticação de impressões digitais e afirma ter estabelecido “novos paradigmas em termos de segurança online”.

Mas Scanlan afirmou que tecnologia apenas não é o bastante.

“Os pais precisam continuar vigilantes; precisam fornecer as ferramentas às crianças e manter comunicação com elas… É preciso sempre conversar com elas. Não basta uma conversa sobre segurança na Internet feita uma única vez”, ela afirmou.

A tecnologia, por si só, não é solução

Tito de Morais*

Nos tempos que correm, em que o tempo é algo de que poucas pessoas dispõem em abundância, muitos pais procuram uma solução milagrosa para a segurança online de crianças e jovens. Pensando que esta é uma questão tecnológica, acreditam que a tecnologia é a solução.

No entanto, notícias recentes de alguma forma confirmam o que há muito venho a dizer. A tecnologia pode ajudar mas, só por si, de pouco adianta. Uma vez que os pedidos de informação sobre programas e software para bloquear, impedir ou proibir o acesso a sites com conteúdos impróprios para crianças e jovens são o tipo de mensagens que recebo com mais frequência, este assunto assume a maior relevância.

A Cruzada Australiana
Segundo o Australian IT, no passado dia 9 de Agosto o Primeiro-Ministro australiano, John Howard, anunciou que o governo australiano iria gastar 189 milhões de dólares a “limpar a Internet” para as famílias australianas, bloqueando pornografia, aumentando a procura por predadores sexuais em salas de conversação e eliminando os sites de terror. Para tal, o Governo destinou 84.4 milhões de dólares para o National Filter Scheme, ao abrigo do qual todas as famílias australianas serão apetrechadas gratuitamente com software de filtragem de conteúdos acessível via download ou solicitando o envio por correio. O Governo oferece ainda a opção de filtragem ao nível do operador de serviços de acesso à Internet. Para isso o Governo Australiano formará uma parceria sem precedentes com os fornecedores de serviços Internet para filtrar a pornografia na fonte. Por outro lado, as autoridades federais serão imediatamente dotadas de recursos financeiros acrescidos para aumentar as verificações em salas de conversação para detectar predadores de crianças, as leis no domínio da privacidade que servem de escudo aos criminosos sexuais na Internet serão alteradas e o financiamento inclui ainda a criação de uma linha de suporte técnico à instalação dos filtros e programas educacionais.

Adolescente com tempo livre
Dezessete dias depois do anúncio de John Howard, o Herald Sun noticiava que Tom Wood, um jovem estudante de 16 anos de idade, tinha demorado 30 minutos para ultrapassar o filtro disponibilizado pelo Governo australiano. Tom, um estudante do 10º ano de uma escola privada do sudeste de Melbourne, mostrou ao Herald Sun como desativar o filtro com alguns cliques. Segundo o Herald Sun, a técnica do jovem engana facilmente os pais, já que o ícone do programa continua a aparecer na barra de tarefas, criando a ilusão de que o filtro está funcionando. Em resposta aos pedidos de informação do Herald Sun, o Governo australiano acrescentou um novo software que passou a disponibilizar gratuitamente, desta feita, um software produzido na Austrália. O jovem Tom demorou 40 minutos a “craquear” este novo programa. O contrato do Governo Australiano prevê o fornecimento de atualizações por parte dos fornecedores, sendo que estes estão a investigando o assunto prioritariamente.

Leituras
As leituras deste incidente são diversas. Segundo noticia o Herald Sun, a Ministra das Comunicações Helen Coonan afirmou que “infelizmente, não há uma medida única que possa proteger as crianças dos riscos online e as aptidões parentais tradicionais nunca foram tão importantes”. No entanto, o Senador Steve Fielding, afirma que este episódio mostra a necessidade de filtragem obrigatória por parte dos operadores de serviços Internet, afirmando ser necessário que a filtragem se verifique a dois níveis (ao nível do operador de serviços Internet e ao nível do computador), acrescentando que o Governo não deu ouvidos ao bom senso e em resultado disso deixa as crianças expostas. Segundo o Herald Sun, os filtros são concebidos para bloquear o acesso a sites que figuram numa lista negra nacional, bloquear o acesso a salas de conversação e podem ser customizados pelos pais para bloquear o acesso a outros sites. Por outro lado, o jovem Tom Wood revela uma grande maturidade ao afirmar que os filtros não tratam dos principais problemas. “O cyberbullying e a educar as crianças a protegerem-se a si próprias e à sua privacidade seriam os primeiros problemas que eu trataria”, afirmou o jovem, acrescentando que “é necessário desenvolver um fórum que envolva os jovens na discussão de alguns destes problemas e de ideias sobre como tratar estes assuntos”.

iPhone

Ainda no mês de agosto, também foi notícia o fato de o jovem George Hotz ter descoberto uma forma de desbloquear o iPhone. O iPhone é um celular inovador produzido pela Apple e que está bloqueado para funcionar na rede da AT&T. Ao fim de 500 horas de trabalho o jovem de 17 anos conseguiu desbloquear o aparelho e usá-lo na rede da T-Mobile e colocou as instruções passo-a-passo sobre como o fazer no seu blogue, juntamente com um vídeo ilustrativo no YouTube. No espaço de 24 horas, o seu vídeo já tinha sido visto por 130.000 pessoas. No entanto, é um processo complexo que exige pelo menos duas horas e envolve programação e soldadura. O jovem conseguiu ainda trocar o celular desbloqueado por um automóvel.

Estes dois exemplos demonstram que um adolescente com conhecimentos técnicos, tempo e motivação, consegue “dar a volta” ao melhor software de filtragem. E aqueles que não têm tantos conhecimentos técnicos podem usufruir do conhecimento de terceiros que geralmente disponibilizam na Internet informações sobre como o fazer. Considere-se, então, que uma estratégia da segurança online de crianças e jovens baseada exclusivamente numa solução tecnológica estará quase sempre fadada ao fracasso. Por isso, nas ações de sensibilização e formação em que participo como orador ou formador, geralmente costumo recorrer a uma analogia que me é querida. A minha sugestão é que as pessoas pensem na segurança de crianças e jovens como uma cadeira. Que deve ter quatro pernas. Se tiver três, é um banco. Dá para nos sentarmos, mas quanto mais jovem a criança, menos segura se torna. Com menos de três pernas dificilmente se agüenta de pé. Na segurança online de crianças e jovens, esses quatro pilares equivalem à adoção de quatro tipos de abordagens: tecnológicas, parentais, educacionais e legais. Sempre que nos confrontarmos com um problema de segurança na Internet relacionado com crianças e jovens, devemos pensar: o que posso fazer a nível tecnológico? E a nível parental? E a nível educacional? E a nível legal? Na conjugação destas quatro abordagens, estará sempre uma resposta mais eficaz do que apenas numa delas.

*Tito de Morais
Projeto MiudosSegurosNa.Net
http://www.miudossegurosna.net/
Email: TMorais@ MiudosSegurosNa.Net

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/071123/mundo/mundo_tech_filhos_online_pol

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Nov 09 2007

Canadense de 14 anos é condenada por homicídio dos pais e irmão

Publicado por Tandai under Canadá, Condenação

Um juiz sentenciou nesta quinta-feira a mais jovem canadense condenada por homicídio múltiplo à pena máxima para menores de idade [dez anos] pelo assassinato da mãe, pai e irmão, de oito anos.  

O juiz Scott Broker afirmou que ele precisava dar à garota de 14 anos a pena máxima que ele poderia, de dez anos, como condenação por seus crimes.  

A adolescente irá passar quatro anos em custódia e outros quatro anos e meio sob supervisão comunitária. Broke abateu da pena os 18 meses que ela já passou detida.  

A garota, cujo nome não pode ser revelado, foi julgada culpada em julho por três acusações de assassinato em primeiro grau (que pressupõe premeditação). Ela tinha 12 anos quando seus familiares foram encontrados esfaqueados dentro de casa na cidade de Medicine Hat, na Província de Alberta, em abril de 2006.  

“Horripilante”  

“As circunstâncias em torno desses assassinatos são horripilantes. É difícil imaginar um crime mais terrível do que esse”, disse Broker, afirmando também que a morte do irmão era incompreensível.  

Durante o julgamento, a corte tomou conhecimento de que ela havia se tornado uma adolescente rebelde nos meses que precederam o crime e que ela havia sugerido diversas vezes que queria seus pais mortos. A garota estaria irritada em particular com a desaprovação de seus pais por sua relação com um homem muito mais velho.  

Broker disse que as preocupações dos progenitores mostram que eles “eram pais maravilhosos que a amavam e estavam sempre pensando no melhor”.  O juiz disse à garota que ela nunca poderá desfazer o que fez com a sua mãe, pai e irmão.  “Mas o que você pode fazer é dedicar sua vida a ser a mulher que faria sua mãe, pai e irmão orgulhosos.”  

O ex-namorado da garota, Jeremy Steinke, 24, também é acusado de assassinato em primeiro grau, mas ainda não foi julgado. seu advogado irá argumentar que seu julgamento deve ser transferido de Medicine hat devido à intensa publicidade.

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u344029.shtml

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