Apr 03 2008
Archive for the 'Lisboa' Category
Mar 28 2008
Oito anos de condenação para violador de menores
O Tribunal de Loures, em Lisboa, condenou hoje a oito anos de prisão, um homem que estava sendo acusado de violação, rapto e coação sexual de três menores. Os fatos ocorreram em 2006 e 2007, ficando provado que o suspeito costumava abordar as crianças junto às escolas para depois cometer os crimes.
Rapto, coação sexual agravada, violação agravada de menor, crime de ameaça e detenção de arma proibida foram os crimes que o Tribunal de Loures considerou provados, tendo condenado o homem a oito anos de prisão.
No final da leitura do acórdão, o presidente do coletivo aconselhou o acusado, de 50 anos e sem antecedentes criminais, a pedir ajuda. O homem é casado há mais de 20, tem uma filha, maior de idade, que o visita com freqüência e trabalhou na construção civil, na Espanha.
No regresso a Portugal, o homem, que vive nos arredores de Lisboa, começou a praticar os crimes: raptar meninos juntos das escolas e lavá-los para descampados e cometer as violações. As vítimas tinham 9,10 e 11 anos e apenas um não foi violado.
O homem foi detido em maio de 2007 e as provas incluem testes de DNA e vídeos feitos com o celular das violações.
Fonte: SIC OnLine
Mar 27 2008
Mari Luz: McCann querem suspeito investigado
A detenção do suspeito da morte de Mari Luz poderá ajudar na resolução do desparecimento de Madeleine. É essa a convicção do casal McCann, que quer saber onde Santiago del Valle estava no dia do desaparecimento de Maddie, informa o The Sun.
Maddie, de três anos, desapareceu no dia 3 de Maio de 2007, na Praia da Luz, no Algarve. A proximidade entre o local e Huelva é um dos argumentos dos McCann para que o suspeito seja interrogado.
Santiago de Valle vai ser ouvido esta tarde em Huelva sobre as circunstâncias em que ocorreu a morte da menina. O suspeito, que tem antecedentes de pedofilia com a própria filha, disse recentemente que a morte da menina tinha sido «acidental».
Pais de Madeleine participam de documentário para TV
Os médicos britânicos Kate e Gerry McCann, pais de Madeleine, a garota desaparecida desde o último dia 3 de maio no sul e Portugal, irão participar de um documentário televisivo realizado para celebrar o aniversário de um ano do desaparecimento da garota.
Várias câmeras de televisão acompanharam desde o último mês de janeiro o dia a dia dos McCann para mostrar como vive a família desde que Maddie foi vista pela última vez em Praia da Luz.
No documentário o casal narra em detalhes os fatos ocorridos na noite em que Madeleine, de quatro anos, desapareceu de seu quarto no complexo turístico de Ocean Club, como também das suspeitas que recaíram sobre eles em Portugal, onde foram declarados “suspeitos formais” do caso.
Os McCann falarão também sobre a difícil decisão de terem tido de retornar à Grã-Bretanha sem a filha.
Os pais da garota britânica não receberam nenhum pagamento para aparecerem no documentário da emissora inglesa ITV1, no entanto, o canal doou US$20 mil para a Fundação Madeleine.
O casal foi filmado quando iniciava uma campanha para implementar na Europa o chamado sistema de alerta âmbar, o já existente nos Estados Unidos. O sistema de alerta permite às autoridades pedirem espaço em rádios e emissoras de televisão toda vez que uma criança é declarada desaparecida.
Kate e Gerry foram filmados em sua residência em Rothley, no condado inglês de Leicestershire, e em um uma viagem a Washington, como parte de sua campanha em solo norte-americano.
As câmeras também seguirão o casal em uma viagem que eles irão fazer a Bruxelas.
Steve Anderson, produtor executivo da Mentorn Media, encarregada do documentário, declarou que apesar de toda a controvérsia “o espectador deve lembrar que uma garota segue desaparecida e que sua família está fazendo todo o possível para encontrá-la”.
“Eles estão determinados a fazer todo o possível para assegurar que o que aconteceu com Madeleine não ocorra com outras crianças”, explicou Anderson.
Procurado pela polícia
Santiago Valle tem um vasto cadastro criminal relacionado com crimes de abuso sexual de menores. Em 1998 foi condenado a dois anos e nove meses de prisão, por ter abusado da sua própria filha. Durante o julgamento Santiago Valle, negou os abusos sexuais.
Antes do tribunal ter concluído o julgamento, Santiago Valle de 52 anos fugiu e o seu paradeiro foi dado como desconhecido. O cidadão espanhol estava sendo procurado pela justiça, mas isso não teria impedido que Santiago Valle alegadamente tivesse aliciado outros menores.
Em 2004 Santiago Valle voltou a ser condenado, desta vez a dois anos de prisão, por ter abusado sexualmente de uma menina de nove anos. Mas o tribunal de Sevilha não conseguiu notificá-lo, o que fez com que o pedófilo não tenha cumprindo a pena a qual tinha sido condenado.
A justiça espanhola sempre afirmou que o seu paradeiro era desconhecido, mas durante um ano, o cidadão espanhol deu várias entrevistas à comunicação social e juntamente com a sua mulher montou uma tenda no centro da cidade, porque reclamava uma casa.
Agora, quatro anos depois, Santiago Valle é suspeito de estar implicado em outro caso de pedofilia. Desta vez a criança chamava-se Mariluz Cortés e tinha apenas cinco de idade. Se ficar provado em tribunal a implicação de Santiago Valle, na morte de Mariluz, o cidadão espanhol corre o risco de ser condenado a mais de vinte anos de prisão.
Fontes: Portugal Diário, ANSA e TVI
Mar 23 2008
Caso Maddie: Polícia portuguesa devolve objetos de Murat

Murat vive com a mãe em uma casa próxima ao resort de onde Maddie desapareceu
O suspeito de envolvimento no desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann, Robert Murat, afirmou neste domingo que a polícia portuguesa devolveu seus objetos pessoais que haviam sido recolhidos para investigação.
Entre os pertences devolvidos pela polícia estava o computador pessoa de Murat.
De acordo com ele, a atitude representa “um sinal positivo”.
“Por que devolveriam alguma coisa se o objeto ainda estivesse sendo usado como elemento de algum tipo de investigação?”, disse.
Apesar da entrega dos pertences, Murat permanece como suspeito formal no caso do desaparecimento de Madeleine.
A menina britânica desapareceu em Maio de 2007 do quarto de um resort na Praia da Luz, em Portugal, enquanto seus pais jantavam em um restaurante próximo ao local.
No início das investigações, Murat estava ajudando nas buscas, recebeu o status de “argüido”, termo jurídico português para designar suspeitos que estão sendo questionados, doze dias depois do desaparecimento. Ele nega envolvimento no caso.
O britânico Robert Murat mora junto com a sua mãe Jenny, 71 anos, próximo ao resort onde a família McCann estava hospedada.
Difamação
Ao receber seus objetos pessoais, Murat afirmou ainda que pensa em entrar na justiça contra alguns jornais que publicam “matérias difamatórias” a seu respeito.
A declaração está relacionada a um evento recente. Na semana passada, um grupo de jornais britânicos foi condenado a pagar 550 mil libras (R$ 1,8 milhão) aos pais de Madeleine por ter publicado matérias que sugeriram seu envolvimento no desaparecimento da filha.
A sentença foi resultado de um processo por difamação movido pela família contra a empresa Express Newspapers, dona dos títulos Daily Express, Daily Star, Sunday Express e Daily Star Sunday.
Fonte: BBCBrasil
Mar 21 2008
Polícia Judiciária investiga incêndio do carro de Sergey Malinka
Sergey Malinka
A Polícia Judiciária (PJ) está investigando as causas do misterioso incêndio que destruiu por completo, cerca das 04.00 da madrugada de quinta-feira, na Praia da Luz (Lagos), o automóvel pertencente a Sergey Malinka. O carro do russo, testemunha no caso Madeleine McCann, estava estacionado cerca de 50 metros do apartamento do edifício onde ele reside com os pais.
Nas pedras da calçada do passeio junto ao veículo cinzento, um Audi A4.1.8, estava pintada a vermelho a palavra FALA, que acabou por se diluir poucas horas depois, com a chuva. Malinka, amigo do luso-britânico Robert Murat, investigado por suspeita de rapto de Maddie, a 3 de Maio de 2007, na Praia da Luz, garante não ter recebido ameaças e mostra-se calmo. “De certeza que o sucedido é um aviso, o qual tem a ver com Madeleine. Mas nada tenho a dizer, pois não sei de nada. Nem percebo por que aconteceu isto. Contudo, também não vou fugir, pois nada tenho a temer”, desabafou o russo com os vizinhos, pouco antes de ser ouvido por inspetores do Departamento de Investigação Criminal da Judiciária de Portimão, que se deslocaram ao local para recolher provas. No espaço de um ano, este já é o segundo automóvel de Sergey Malinka queimado nas proximidades de sua residência.

“Acordei sobressaltada ao ouvir um barulho que mais me pareciam tiros. Quando fui à rua, vi um carro a arder mesmo junto à minha casa. Os meus pais ainda conseguiram lançar baldes de água para cima do veículo. Um elemento da GNR, que entretanto chegara ao local, aconselhou-me a não me aproximar porque havia elevado risco de explosão”, contou ao DN Telma Nunes, moradora na Rua 25 de Abril, perto da igreja da Luz, onde Sergey Malinka deixara o seu Audi 4. O fogo atingiu ainda a parte traseira de um Opel Meriva azul.
Uma outra vizinha do cidadão russo disse ao DN que tentou telefonar várias vezes à Sergey para o avisar do sucedido, mas que ele não atendeu o celular. “E pelo visto também não estava ninguém em casa, pois cansei de bater à porta.” Contudo, o russo disse a amigos que “estava a dormindo profundamente” e não ouviu nada. Só de manhã é que viu o que se passou e “nem queria acreditar”. “Foi uma sorte não estar dentro do carro no momento”, observou.
Fonte: DN Online
Mar 19 2008
Jornais britânicos pedem desculpa a pais de Madeleine
Em uma manobra inédita, dois tablóides britânicos publicaram na quarta-feira, em suas primeiras páginas, pedidos de desculpa dirigidos aos pais da garota desaparecida Madeleine McCann por terem sugerido que os dois talvez teriam matado a própria filha. O Daily Express e o Daily Star admitiram que as acusações feitas contra Kate e Gerry McCann, cuja filha desapareceu durante as férias da família em Portugal, em maio passado, eram “infundadas” e aceitaram, em juízo, pagar uma indenização de 550 mil libras (1,1 milhão de dólares) ao casal.
O desaparecimento da garota viu-se acompanhado por uma extensa cobertura dos meios de comunicação do mundo todo.
“Reconhecemos que vários dos artigos publicados no jornal sugeriam que o casal teria provocado a morte de sua filha desaparecida, Madeleine, e que depois teria encoberto o fato”, afirmou o Daily Express.
“Reconhecemos que não há provas de tipo nenhum para dar embasamento a essa teoria e que Kate e Gerry são totalmente inocentes de qualquer participação no desaparecimento da filha deles.”
Em uma audiência ocorrida na Suprema Corte de Londres, o advogado dos McCann, Adam Tudor, afirmou ser “difícil conceber uma acusação mais grave do que a de ser suspeito da morte de sua própria filha”.
Tudor afirmou à corte que os artigos citaram uma variedade de falsas acusações, entre as quais as de que os McCann mataram sua filha, venderam-na para pagar dívidas e eram praticantes de suingue.
Um advogado dos jornais afirmou à Justiça: “A empresa Express Newspapers lamenta ter publicado essas acusações graves e ainda assim infundadas.” O Sunday Express e o Daily Star Sunday, que pertencem à mesma empresa, também devem publicar pedidos de desculpa no próximo fim de semana.
Os McCann contrataram a empresa de advocacia londrina Carter-Ruck no começo deste mês para impetrar as ações de indenização. O casal disse que o dinheiro obtido seria doado ao fundo criado para encontrar a filha deles. Segundo um porta-voz dos dois, a família não tinha se decidido ainda sobre se entraria com ações jurídicas contra outros jornais.
Madeleine McCann desapareceu pouco depois de seu aniversário de 4 anos, quando a família passava férias em Algarve, na Praia da Luz, detonando uma imensa investigação policial.
Os McCann acreditam que a menina foi sequestrada de dentro do quarto de hotel onde estava enquanto os dois jantavam com alguns amigos em um local próximo dali.
O casal contratou investigadores particulares para participarem da busca pela filha depois de a polícia portuguesa ter apontado Kate e Gerry como suspeitos, em setembro. A investigação tomou conta de jornais e noticiários de TV durante meses.
Fonte: O Globo Online
Assista ao especial “Dossiê Madeleine”, AQUI.
Mar 15 2008
Ossos encontrados em lago não são de Madeleine
A Polícia Judiciária de Portugal (PJ) informou que pertencem a um animal os ossos encontrados no reservatório de Arade, dentro da operação de busca promovida pelo advogado Marcos Aragão Correia, para achar a menina britânica Madeleine McCann, segundo a imprensa portuguesa.Os cerca de seis ossos encontrados nessa represa, situada cerca de 40 quilômetros do apartamento de Praia da Luz, no sul de Portugal, de onde a menina desapareceu, pertencem a um animal que foi atirado na água dentro de um saco para ser afogado.
Fontes da PJ lembraram que é relativamente freqüente em Portugal encontrar este tipo de ossada de gatos e cachorros dentro de sacos.
A Polícia chegou a essa conclusão após enviar fotografias dos ossos a um paleontólogo que colabora com as autoridades no caso da menina, que desapareceu em maio de 2007 quando dormia com seus irmãos, enquanto seus pais jantavam em um restaurante próximo.
Os ossos foram encontrados dentro de um saco fechado, que estava junto a outro aberto, a nove metros de profundidade, perto da torre de captação de água do reservatório. A esta descoberta se soma a de uma pedra atada com vários nós a uma corda, que poderia ter sido utilizada para submergir o corpo da menina, segundo o advogado.
Durante as investigações foram encontrados ainda outros pedaços de corda e uma meia soquete de uma menina da idade de Madeleine, e de um tecido usado no norte da Europa.
Aragão Correia deu por encerrada a investigação particular nesta represa devido à falta dos recursos necessários para continuar as apurações, mas afirmou que está com a consciência tranqüila.O advogado português tenta há meses encontrar, por sua conta, a menina britânica e acredita que há 99% de possibilidades de que esteja morta e que seu corpo foi jogado na represa de Arade.
Fonte: Estadão
Mar 14 2008
Ossos são encontrados em lago onde corpo de Madeleine é procurado
A equipe de mergulhadores que trabalha com o advogado Marcos Aragão Correia na busca do corpo de Madeleine McCann no fundo de um lago encontrou “alguns ossos”, disse hoje à agência Efe uma porta-voz do grupo.
“Não sabemos se são ossos humanos ou de algum animal, mas foram achados no mesmo lugar onde apareceram pedaços de corda assim como uma meia soquete de menina de uma idade aproximada à de Madeleine”, acrescentou a fonte.
O advogado português tenta há meses encontrar por conta própria a menina britânica e acredita que há 99% de possibilidades que esteja morta e seu corpo tenha sido jogado na represa de Arade, a cerca de 40 quilômetros do apartamento da Praia da Luz, no sul de Portugal, onde estava hospedada com seus pais.
O advogado português, que decidiu iniciar a busca após receber “pistas” sobre o caso três dias depois do desaparecimento de Madeleine, no dia 3 de maio de 2007, assegurou que os indícios que ele tem coincidem com os da agência espanhola de detetives Método 3, contratada pelos pais da menor.
Fonte: Yahoo!Notícias
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Feb 26 2008
Taxista diz ter transportado Maddie no dia do desaparecimento
Antonio Castela tem 67 anos, é taxista há mais de 17 e motorista conceituado no local
Um taxista de Vila Real de Santo Antonio garante ter transportado Maddie no dia 3 de Maio passado – data do seu desaparecimento – às 20h10 entre a praça de táxis de Monte Gordo e o Hotel Apolo em Vila Real de Santo Antonio.
Farto de ser ignorado, Antonio Castela não se cansa de repetir este episódio, que na altura relatou à Polícia Judiciária, sublinhando a sua convicção de que transportou no seu táxi a criança inglesa desaparecida no Ocean Club, da Praia da Luz. Conta que Maddie vinha acompanhada de uma mulher que parecia ser a mãe e de três homens, um dos quais assegura ter-lhe parecido Robert Murat, que se sentou ao seu lado. A mulher viajou no banco de trás, entre os dois homens, ao colo de um dos quais se sentava Maddie, que vestia um pijama cor-de-rosa. Durante o curto trajeto de quatro quilômetros, as únicas palavras que pronunciaram, segundo o taxista, foram “How much?” “Quanto?” na altura de pagar a viagem.
Antonio Castela viu o grupo sair do táxi e entrar em um jeep azul, com placa amarela, estacionado no parque do hotel, que partiu de imediato. O taxista ainda indagou, se o grupo estaria ali hospedado, tendo-lhe sido dito que não.
Desgostoso por, aparentemente, não terem ligado para seu depoimento, Antonio Castela diz não ter dúvidas de que era a criança inglesa e está convicto que a mesma não terá sido morta em Portugal, lembrando a possibilidade de se ter refugiado em qualquer iate da marina ou ter sido transportada para o estrangeiro, naquela hora.
Salienta que há matéria para investigação, porquanto Lagos fica a pouco mais de uma hora de Monte Gordo existindo um período “escuro” de duas horas na investigação sobre o caso, onde se poderá encaixar este episódio.
Fonte: http://www.jornaldoalgarve.pt/artigos.asp?varNumero=7317



