Apr 03 2008
Archive for the 'Londres' Category
Apr 01 2008
Oxford: Gênio adolescente de Matemática vira prostituta
Uma estudante considerada “um gênio da matemática”, que conquistou um lugar na Universidade de Oxford aos 13 anos, foi descoberta se prostituindo, dez anos depois.
Sufiah Yusof, 23 anos, oferece seus serviços em um site de prostituição de Londres, segundo informa o jornal Daily Mail.
De acordo com a publicação, Sufiah cobra 130 libras (aproximadamente R$ 452) por hora de trabalho e está disponível para os clientes entre as 11h e as 20h. Ela também deixa claro no cadastro que dá preferência aos “cavalheiros mais velhos”.
Em 1997 a jovem começou a estudar em Oxford depois de ter sido considerada a menina “mais brilhante da Grã-Bretnaha”, mas, depois de três anos, abandonou os estudos se dizendo muito pressionada pelos pais a obter sucesso.
Ela fugiu do casal, que havia abandonado o trabalho para educar os filhos em casa, se dizendo “forçada” pela família e afirmando que não desejava voltar a vê-los.
A prostituição de Sufiah tornou-se pública poucos dias depois de seu pai ter sido preso por abuso sexual de duas adolescentes, para as quais dava aulas de matemática em casa, segundo o Daily Mail.
Redação Terra
Mar 27 2008
Mari Luz: McCann querem suspeito investigado
A detenção do suspeito da morte de Mari Luz poderá ajudar na resolução do desparecimento de Madeleine. É essa a convicção do casal McCann, que quer saber onde Santiago del Valle estava no dia do desaparecimento de Maddie, informa o The Sun.
Maddie, de três anos, desapareceu no dia 3 de Maio de 2007, na Praia da Luz, no Algarve. A proximidade entre o local e Huelva é um dos argumentos dos McCann para que o suspeito seja interrogado.
Santiago de Valle vai ser ouvido esta tarde em Huelva sobre as circunstâncias em que ocorreu a morte da menina. O suspeito, que tem antecedentes de pedofilia com a própria filha, disse recentemente que a morte da menina tinha sido «acidental».
Pais de Madeleine participam de documentário para TV
Os médicos britânicos Kate e Gerry McCann, pais de Madeleine, a garota desaparecida desde o último dia 3 de maio no sul e Portugal, irão participar de um documentário televisivo realizado para celebrar o aniversário de um ano do desaparecimento da garota.
Várias câmeras de televisão acompanharam desde o último mês de janeiro o dia a dia dos McCann para mostrar como vive a família desde que Maddie foi vista pela última vez em Praia da Luz.
No documentário o casal narra em detalhes os fatos ocorridos na noite em que Madeleine, de quatro anos, desapareceu de seu quarto no complexo turístico de Ocean Club, como também das suspeitas que recaíram sobre eles em Portugal, onde foram declarados “suspeitos formais” do caso.
Os McCann falarão também sobre a difícil decisão de terem tido de retornar à Grã-Bretanha sem a filha.
Os pais da garota britânica não receberam nenhum pagamento para aparecerem no documentário da emissora inglesa ITV1, no entanto, o canal doou US$20 mil para a Fundação Madeleine.
O casal foi filmado quando iniciava uma campanha para implementar na Europa o chamado sistema de alerta âmbar, o já existente nos Estados Unidos. O sistema de alerta permite às autoridades pedirem espaço em rádios e emissoras de televisão toda vez que uma criança é declarada desaparecida.
Kate e Gerry foram filmados em sua residência em Rothley, no condado inglês de Leicestershire, e em um uma viagem a Washington, como parte de sua campanha em solo norte-americano.
As câmeras também seguirão o casal em uma viagem que eles irão fazer a Bruxelas.
Steve Anderson, produtor executivo da Mentorn Media, encarregada do documentário, declarou que apesar de toda a controvérsia “o espectador deve lembrar que uma garota segue desaparecida e que sua família está fazendo todo o possível para encontrá-la”.
“Eles estão determinados a fazer todo o possível para assegurar que o que aconteceu com Madeleine não ocorra com outras crianças”, explicou Anderson.
Procurado pela polícia
Santiago Valle tem um vasto cadastro criminal relacionado com crimes de abuso sexual de menores. Em 1998 foi condenado a dois anos e nove meses de prisão, por ter abusado da sua própria filha. Durante o julgamento Santiago Valle, negou os abusos sexuais.
Antes do tribunal ter concluído o julgamento, Santiago Valle de 52 anos fugiu e o seu paradeiro foi dado como desconhecido. O cidadão espanhol estava sendo procurado pela justiça, mas isso não teria impedido que Santiago Valle alegadamente tivesse aliciado outros menores.
Em 2004 Santiago Valle voltou a ser condenado, desta vez a dois anos de prisão, por ter abusado sexualmente de uma menina de nove anos. Mas o tribunal de Sevilha não conseguiu notificá-lo, o que fez com que o pedófilo não tenha cumprindo a pena a qual tinha sido condenado.
A justiça espanhola sempre afirmou que o seu paradeiro era desconhecido, mas durante um ano, o cidadão espanhol deu várias entrevistas à comunicação social e juntamente com a sua mulher montou uma tenda no centro da cidade, porque reclamava uma casa.
Agora, quatro anos depois, Santiago Valle é suspeito de estar implicado em outro caso de pedofilia. Desta vez a criança chamava-se Mariluz Cortés e tinha apenas cinco de idade. Se ficar provado em tribunal a implicação de Santiago Valle, na morte de Mariluz, o cidadão espanhol corre o risco de ser condenado a mais de vinte anos de prisão.
Fontes: Portugal Diário, ANSA e TVI
Mar 19 2008
Jornais britânicos pedem desculpa a pais de Madeleine
Em uma manobra inédita, dois tablóides britânicos publicaram na quarta-feira, em suas primeiras páginas, pedidos de desculpa dirigidos aos pais da garota desaparecida Madeleine McCann por terem sugerido que os dois talvez teriam matado a própria filha. O Daily Express e o Daily Star admitiram que as acusações feitas contra Kate e Gerry McCann, cuja filha desapareceu durante as férias da família em Portugal, em maio passado, eram “infundadas” e aceitaram, em juízo, pagar uma indenização de 550 mil libras (1,1 milhão de dólares) ao casal.
O desaparecimento da garota viu-se acompanhado por uma extensa cobertura dos meios de comunicação do mundo todo.
“Reconhecemos que vários dos artigos publicados no jornal sugeriam que o casal teria provocado a morte de sua filha desaparecida, Madeleine, e que depois teria encoberto o fato”, afirmou o Daily Express.
“Reconhecemos que não há provas de tipo nenhum para dar embasamento a essa teoria e que Kate e Gerry são totalmente inocentes de qualquer participação no desaparecimento da filha deles.”
Em uma audiência ocorrida na Suprema Corte de Londres, o advogado dos McCann, Adam Tudor, afirmou ser “difícil conceber uma acusação mais grave do que a de ser suspeito da morte de sua própria filha”.
Tudor afirmou à corte que os artigos citaram uma variedade de falsas acusações, entre as quais as de que os McCann mataram sua filha, venderam-na para pagar dívidas e eram praticantes de suingue.
Um advogado dos jornais afirmou à Justiça: “A empresa Express Newspapers lamenta ter publicado essas acusações graves e ainda assim infundadas.” O Sunday Express e o Daily Star Sunday, que pertencem à mesma empresa, também devem publicar pedidos de desculpa no próximo fim de semana.
Os McCann contrataram a empresa de advocacia londrina Carter-Ruck no começo deste mês para impetrar as ações de indenização. O casal disse que o dinheiro obtido seria doado ao fundo criado para encontrar a filha deles. Segundo um porta-voz dos dois, a família não tinha se decidido ainda sobre se entraria com ações jurídicas contra outros jornais.
Madeleine McCann desapareceu pouco depois de seu aniversário de 4 anos, quando a família passava férias em Algarve, na Praia da Luz, detonando uma imensa investigação policial.
Os McCann acreditam que a menina foi sequestrada de dentro do quarto de hotel onde estava enquanto os dois jantavam com alguns amigos em um local próximo dali.
O casal contratou investigadores particulares para participarem da busca pela filha depois de a polícia portuguesa ter apontado Kate e Gerry como suspeitos, em setembro. A investigação tomou conta de jornais e noticiários de TV durante meses.
Fonte: O Globo Online
Assista ao especial “Dossiê Madeleine”, AQUI.
Mar 17 2008
Pedofilia em Jersey leva primeiro suspeito ao banco dos réus
Gordon Watridge tem 76 anos era o administrador do orfanato Haut de la Garenne nos anos em que os atos ilícitos teriam sido perpetrados.
Está sendo acusado de ter abusado sexualmente de três adolescentes com menos de 16 anos entre Janeiro de 1969 e Dezembro de 1973, de acordo com a BBC.
Apesar de trabalhar no orfanato Haut de la Garrene, a BBC sustenta que a sua prisão não está relacionada com a descoberta dos fragmentos do esqueleto de uma criança.
No início do mês as investigações policiais acerca de um mega-caso de pedofilia na ilha, levaram à descoberta desses vestígios, cujos resultados das análises deverão ser conhecidos na próxima semana.
As buscas no orfanato deverão ser retomadas nesta segunda-feira e deverão prosseguir por várias semanas, segundo a BBC.
Tinham sido interrompidas depois de os cães-polícia sinalizaram aquilo que deverá ser um rastro de sangue junto a uma banheira na primeira câmara secreta onde a polícia entrou. A polícia estava aguardando a opinião de peritos em engenharia para poder dar início às escavações sem danificar provas.
Mais de 160 pessoas telefonaram para uma linha criada no inicio deste mês, alegando ter sido vítimas de abusos sexuais no orfanato Haut de la Garenne que, entretanto, tinha sido transformado em Pousada de Juventude. O caso terá decorrido entre 1960 e 1980. Até agora a polícia tem 25 suspeitos.
Fonte: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=85435
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Polícia descobre mais ossos no orfanato de Jersey
Orfanato: Polícia encontra câmara de tortura na Inglaterra
Mar 17 2008
Polícia interroga suspeito do seqüestro de Shannon
A polícia britânica conseguiu ontem mais 36 horas para interrogar o suspeito do rapto de Shannon Mat-thews. A menina de nove anos foi encontrada com vida na sexta-feira, 24 dias após ter desaparecido quando regressava para casa, depois da natação na localidade de Dewsbury, no Norte de Inglaterra. O fato do suspeito, Michael Donovan, ser tio do padrasto da menina levou as autoridades a colocar Shannon aos cuidados de assistentes sociais até perceberem se o ambiente familiar é apropriado.
A mãe de Shannon, Karen Matthews, emitiu ontem um comunicado no qual garante que a filha está “feliz e recebendo todo o apoio de que precisa”. A mulher de 32 anos, mãe de outras seis crianças de cinco pais diferentes, disse compreender que a polícia precise de mais tempo para falar com a menina e perceber o que aconteceu durante os 24 dias em que Shannon esteve desaparecida. Estas declarações surgiram depois de a Sky News ter revelado que a polícia está “otimista” quanto ao fato da menina não ter sofrido abusos durante o seqüestro.
Encontrada debaixo da cama num apartamento a pouco mais de um quilômetro de casa, Shannon parece estar “calma e relaxada”, disse ao Sunday Times um ex-responsável pela unidade de pedofilia da Scotland Yard. Os vizinhos de Donovan garantiram que, quando deixou a casa, depois de a polícia ter arrombado a porta, a menina parecia “bem cuidada”.
Nascido com o nome de Paul Drake, Donovan mudou de nome há anos por razões desconhecidas. O homem, de 39 anos chegou a ser considerado suspeito pela polícia que, curiosamente, não prestou grande atenção às queixas contra ele. Divorciado e proibido de ver as filhas, de 10 e 12 anos, desde que raptou a mais velha em 2004, Donovan agia de forma “estranha” há semanas, segundo os vizinhos. “Ele teria feito isto por ter perdido as filhas. Não ver Chloe e Kristy o está matando”, disse ao Sunday Times Alice Meehan, irmã de Donovan e mãe de Craig, o padrasto de Shannon. Dez anos mais novo do que a mulher, este chegou a ser suspeito do rapto da enteada. Familiares disseram que a menina fugira por ele lhe bater e a própria confessara aos amigos que estava pensando em fugir.
Quanto a Shannon, passou o tempo vendo DVD, entre os quais o seu preferido, Shrek, e a brincar com um gatinho. Está a caminho da recuperação”, garantem as autoridades que procuram perceber quais as marcas que o rapto pode ter deixado.
Fonte: DN Online
Mar 15 2008
Polícia britânica encontra menina desaparecida há três semanas
Shannon Matthews foi encontrada viva, dentro de um compartimento, embaixo de uma cama
Shannon Matthews, a estudante britânica de nove anos que estava desaparecida há três semanas, foi encontrada viva nesta sexta-feira pela polícia da Grã-Bretanha.
A polícia da região de West Yorkshire confirmou que a criança foi encontrada escondida em um compartimento embaixo de uma cama.
Vizinhos da casa onde ela estava escondida contam que a polícia arrombou a casa e levou Shannon para fora.
“Como parte das investigações em andamento, detetives e policiais especialistas em buscas foram até a casa em Lidgate Gardens, Batley Carr, Dewsbury, às 12h30 (9h30 pelo horário de Brasília)”, informou a polícia britânica em uma declaração.
“Durante uma busca pela casa, policiais localizaram Shannon Matthews, que foi encontrada escondida no compartimento embaixo de uma cama. Um homem de 39 anos foi detido sob suspeita de seqüestro e, no momento, está em uma delegacia de West Yorkshire.”
“Acredite ou não, ela foi encontrada. Eu estive naquela área várias vezes e provavelmente passei reto pela casa onde ela estava”, disse Leon Rose Matthews, pai de Shannon.
Imprensa local
Karen Matthews, mãe de Shannon, fez um apelo direto para os seqüestradores de sua filha e a história da estudante de nove anos foi noticiada nos principais jornais da Grã-Bretanha.
Mais de 200 policiais e 60 detetives estavam participando das buscas por Shannon.
Os policiais fizeram buscas em cerca de 3 mil imóveis comerciais e residenciais durante a operação, sempre se concentrando na comunidade onde a menina morava.
O seqüestro de Shannon Matthews ocorreu dez meses depois do desaparecimento de outra criança britânica, Madeleine McCann. Madeleine desapareceu de um resort no Algarve, no sul de Portugal, enquanto passava férias com os pais.
Nesta semana foram retomadas as buscas pelo corpo da menina na represa do rio Arade, no Algarve.
Fonte: BBCBrasil
Mar 12 2008
Meia feminina abre novas pistas sobre Maddie
Mergulhadores procuram por corpo de Madeleine, na barragem do Arade
Buscas
A equipe da Método 3 chega hoje ao Algarve para participar nas diligências. Vários fios de cordas, sacos de plástico e uma meia de menina que teria sido branca e pertencido a alguém oriundo do norte da Europa ou da Inglaterra, pelo tipo de tecido, encontrados na segunda-feira no fundo das águas da barragem do Arade, perto de Silves, bastaram para que o advogado Aragão Correia tenha reforçado a sua “profunda convicção” de que o corpo de Madeleine McCann, desaparecida a 3 de maio na Praia da Luz, está ali enterrado.
Desde segunda-feira que uma equipe de sete mergulhadores da escola de mergulho Dive Time, de Lagos, ajudados por profissionais dos Bombeiros Voluntários de Portimão, especializados em resgate de cadáveres em águas profundas, estão procedendo a buscas naquela barragem. Esta é uma operação privada, “muito onerosa” promovida por Aragão Correia, e comparticipada pela empresa de Portimão Sociedade Portuguesa de Engenheira e Construção, dirigida por José Paias.
“Temos fontes e pistas credíveis que nos indicaram o local onde o cadáver de Maddie se encontra”, disse ao DN Telma Fernandes, assistente do advogado, salientando que “há 99% de probabilidades do corpo da menina se encontrar ali”.
Esta é a segunda operação do gênero levada a cabo por Aragão Correia, por conta própria, na barragem do Arade. A primeira aconteceu cinco semanas depois de Madeleine ter desaparecido, do apartamento do resort onde passava férias com os seus pais e irmãos gêmeos, o The Ocean Club, mas revelou-se infrutífera. Desde essa altura que o advogado tem trabalhado em colaboração com a agência de detetives privada espanhola Método 3, contratada pelos pais de Maddie até ao fim deste mês para localizar a criança.
Fonte: http://dn.sapo.pt/2008/03/12/sociedade/meia_feminina_abre_novas_pistas_sobr.html
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Equipe, liderada por advogado, retoma buscas por Madeleine em represa
Mar 11 2008
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Maddie desapareceu no último dia 4 de maio em Portugal
As buscas foram organizadas pelo advogado português Marcos Aragão Correia, que tomou a iniciativa por considerar que a Polícia Judiciária de Portugal teria ignorado a denúncia sobre a localização do corpo da menina.
“Eu recebi a denúncia em setembro do ano passado e encaminhei para a Polícia Judiciária, mas nunca fui contactado”, disse o advogado à BBC Brasil. Segundo as informações de uma testemunha, o corpo teria sido atirado nas águas da barragem no dia 6 de maio, dois dias depois de Madeleine ter desaparecido do hotel em que estava hospedada com os pais, na região do Algarve, em Portugal.
Correia diz que só revela o nome da testemunha depois de encontrar o corpo. “Inicialmente eu também tive dúvidas, mas depois as indicações fizeram com que eu acreditasse nessa pessoa”, diz Correia, que é da Ilha da Madeira.
É a segunda vez que Correia financia mergulhadores para procurar na barragem. “Em dezembro foram quatro dias de buscas, mas depois o dinheiro acabou. Agora consegui um patrocínio de uma empresa de construção, a Sociedade Portuguesa de Engenharia e Construções, que vai dar metade do valor”.
Ele prevê que esta segunda campanha de buscas leve cinco dias, um a mais do que em dezembro. No final do ano passado, ele desembolsou 5.000 euros (cerca de R$ 13.000) para os mergulhos. “Desta vez deve custar um pouco mais, porque são mais mergulhadores”.
Correia conta que a maior dificuldade dos mergulhadores é enxergar, já que as águas da barragem são turvas. “Não dá para acender uma luz, porque a água reflete. É tudo feito por apalpação”.
Antes das buscas, os mergulhadores avaliaram onde seria mais provável encontrar o corpo. “No ano passado fizemos as buscas a 7 metros, neste momento estamos indo até os 20 metros de profundidade”.
Na segunda-feira os mergulhadores encontraram um pé de meia de menina com 17 centímetros de comprimento e 17 centímetros de cano e uma corda, feita de barbantes de persiana amarrados. “Foi numa região onde não é despejado lixo, não haveria nenhuma razão para isso estar naquele local”, diz Correia.
Se o corpo for encontrado, significaria que a principal teoria seguida pela polícia - a do envolvimento dos pais no desaparecimento de Madeleine - estaria errada. “Fortalece a tese de rapto e não a da culpa dos pais. Rapto, seguido de violação e assassinato”.
Na sexta-feira, foi encontrado o corpo da menina espanhola Mari Luz, que desapareceu em janeiro em Huelva, na Espanha, a apenas 180 km do local onde Madeleine desapareceu. O corpo de Mari Luz tinha sido jogado num rio e quando foi encontrado, em avançado estado de decomposição, havia sinais de que ela teria levado uma pancada na cabeça.
Fonte: BBCBrasil




